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Meu CEO Dominante
5.0
Comentário(s)
6.1M
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171
Capítulo

Livro 1: Quando a oportunidade de um emprego temporário aparece, a inexperiente Vasti não perde tempo e se candidata. Tudo parece uma maravilha, mas, calma aí... "Amanhã, você usará uma calcinha lilás!" Adônis MacGyver é de tirar o fôlego, mas esse CEO esconde um segredo que vai mudar a vida de Vasti para sempre. Livro 2: Apolo, irmão de Adônis, vive um conflito após ser traído pela esposa, no casamento do irmão mais velho! Agora, ele se vê sozinho com o filho, Ares, de 6 anos e sabe que precisa encontrar uma mãe para a criança. Erin Dixon parece ser a candidata perfeita - exceto pelo pequeno detalhe de que ela tem um ex-marido mais do que problemático. Milo Lancaster, um dos melhores amigos de Adônis, está sendo pressionado pela família para que se case e tenha um filho. Mas ele não quer isso! Um casamento arranjado parece ser uma boa opção! Porém, e se ele quiser mais do que isso quando conhecer Heidi Williams melhor? Livro 3: Gustav não imaginou que ao colocar os olhos em Artemis novamente, após anos, ele se sentiria atraído daquela forma. Porém, ela o rejeitou. Ela tinha outro. Mas será que ela realmente o esqueceu? Ou esse romance ainda tem chances de dar certo? Continuação em "Te quero de volta": Vamos conhecer mais sobre Ícaro e Ariel! Sigam-me no insta e vamos interagir! @m_zanakheironofficial@gmail.com

Capítulo 1 O Começo e o Fim de um Sonho

— Senhorita Phillips? Aqui é Heidi Williams. A senhorita foi selecionada para o cargo de secretária temporária na MacGyver & Co. Esperamos pela senhorita na segunda-feira. Amanhã, por gentileza, leve seus documentos até o RH, no mesmo prédio no qual a senhorita fez a entrevista. Seja bem-vinda! — A voz gentil e amigável de uma mulher falou do outro lado da linha assim que Vasti atendeu ao telefone.

— Oh, minha nossa. é… Obrigada. Obrigada! — Vasti não conseguiu segurar o sorriso e logo, a ligação foi finalizada.

— Boas notícias, senhorita? –- O idoso que dirigia o táxi perguntou, olhando pelo retrovissor.

— As melhores! Eu consegui um emprego! — Vasti respondeu, emocionada.

“Agora eu vou poder ajudar melhor a vovó!”

Vasti Ramona Phillips era com certeza uma moça determinada. Ela conseguiu uma bolsa de Secretariado em Cambridge. Era uma bolsa de 50%, então, ela teve que trabalhar para pagar o restante. Definitivamente o pai dela é quem não iria pagar. O esforço dela era mais para cuidar da avó do que dela mesma.

Os pais de Vasti, ou Vee, como ela preferia ser chamada, se conheceram ainda jovens, a mãe dela com apenas dezoito anos. Ela trabalhava na casa dos Scott, quando se apaixonou pelo filho dos patrões. O resultado não poderia ser pior: ela engravidou, foi chutada da casa e Dimas se casou com outra mulher. Como Alissa havia falecido, por um último resquício de moral dele, ele não cortou contato com a avó da criança, Janete. Mas ele não as sustentava, no máximo, dava uma pequena ajuda a fim de que não morressem de fome quando a situação ficava extremamente complicada.

— Meus parabéns! — ele disse. O carro parou poucos minutos depois e Vasti não conseguia se conter de alegria. No dia seguinte, após ir ao RH, ela decidiu que passaria no hospital e contaria para a avó.

Vasti fechou os olhos e se lembrou da conversa que teve com o pai minutos antes.

FLASHBACK

— Muito bem, eu vou cuidar dessa velha. Mas você, Vasti, não se atreva a abrir o bico! Se você o fizer, eu juro que eu vou garantir que ela receba outro tipo de tratamento! — O homem de olhos azuis gélidos falou, com desdém.

Vasti abaixou a cabeça, sentindo-se humilhada e impotente. Ela odiava pedir qualquer coisa a ele e evitava ao máximo falar com Dimas Scott. Nem mesmo o sobrenome ele havia dado a ela.

—Pode deixar. Eu vou ficar calada — Vasti prometeu, séria. Ela era a filha bastarda de um homem importante. Se a mídia soubesse que ele teve uma filha e não a assumiu, seria um escândalo e o nome dele estaria manchado.

—Ótimo. Agora, pode ir embora! — Dimas não era o homem mais carinhoso do mundo, mas com Vasti, ele era pior ainda.

A moça concordou com a cabeça e se foi.

“Mas que inferno! Porém, vale a pena. É pela vovó!”, ela pensou, enquanto saia pela porta dos fundos da residência dos Scott, na Blenheim Crescent, e chama um táxi por aplicativo, a fim de voltar para o humilde apartamento que ela alugava, na Acton. Era o bairro mais barato e com facilidade de locomoção que ela conhecia.

FIM DO FLASHBACK

Uma vez formada, Vasti acreditou que tudo se endireitaria, até que veio a doença de Janete. Os rins não funcionavam muito bem. Não mais.

— Eu vou conseguir um bom trabalho! — ela prometeu à idosa. Isso foi há quase um mês.

Depois de fazer vários bicos, Vasti finalmente resolveu se humilhar para Dimas. Inicialmente, ele se recusou a ajudar, mas quando ela mencionou sobre falar para o mundo todo quem era o pai dela, ele cedeu. Vasti se sentiu baixa ao fazer isso, mas não viu outra alternativa, já que ela não tinha credibilidade suficiente para conseguir um bom empréstimo. Ainda.

No dia seguinte, Vasti acordou muito cedo, se arrumou formalmente, pegou a pasta com os documentos dela e foi para a companhia que, pelo menos pelos próximos seis meses, seria seu novo local de trabalho.

Ao chegar lá, ela foi direto para o andar do RH e esperou pacientemente na fila. Um homem muito bonito apareceu, passando na frente de todos e indo falar com a moça no balcão, que claramente estava se derretendo por ele. Mas ele não pareceu notar ou se importar.

Ao se virar, ele passou os olhos por Vasti. Os olhos verdes penetrantes dele eram incríveis, contrastando lindamente com os cabelos curtos e negros. Por um segundo, Vasti achou que aquele Adonis não poderia ser real e que ele. Ela sentiu uma conexão com o belo homem, até ele virar o rosto com um ar de superioridade e seguir caminho, como se não a tivesse visto de todo. Vasti abaixou a cabeça. É óbvio que um homem lindo daquele não daria a mínima para ela, que possuía uma beleza comum: cabelos castanhos e olhos azuis claros, seu único charme e que, para o desgosto dela, tinha herdado do pai.

Ela entregou os documentos dela e, oficialmente, ela era empregada da MacGyver & Co. Temporária, mas era. Ela recebeu um crachá, um kit iniciante de escritório e uma pasta para organização. Os acessos a computadores seriam fornecidos pela própria senhorita Heidi Williams, a secretária a quem ela cobriria nos meses seguintes.

Já no hospital, Vasti entrou saltitante no quarto da avó.

— Ora, eu vejo que está muito feliz! –- A idosa falou, sorrindo fracamente.

— Vovó, eu consegui! O meu primeiro emprego na minha área. É temporário por seis meses, mas quem sabe eu não sou aproveitada em outro setor, não é mesmo?

— Parabéns, meu amor! Você sempre foi muito esforçada. Eu estou tão orgulhosa!

As duas conversaram sobre os planos futuros e Janete tocou no assunto que a estava preocupando demais.

— Vasti, eu sei que este hospital é muito dispendioso. Você tem certeza de que não quer que eu vá para outro?

— Pode ficar tranquila, Dona Janete. Está tudo sob controle. Eu vou pagar o melhor que eu puder. Sempre. Se ficar muito pesado, eu vejo como faço. Mas a senhora vai ficar boa.

— Minha menina de ouro –- Janete falou e lágrimas escorreram pelo rosto dela.

— Não, vó, a senhora é de ouro.

O fim de semana foi uma correria para Vasti . Ela precisava deixar tudo preparado para a semana que ela teria.

Segunda-feira o alarme apitou às cinco da manhã. Vasti levantou, grogue, tomou banho, se preparou e desceu. Ela dificilmente tomava café da manhã, ainda mais quando estava super nervosa. Ela não queria arriscar vomitar. Seria humilhante demais uma coisa dessas acontecer no primeiro dia dela.

Vasti ainda nem tinha chegado à empresa e Heidi já tinha ligado para ela inúmeras vezes. Era necessário manter a agenda do Sr. MacGyver perfeitamente organizada e atualizada. Vasti precisava saber de absolutamente todo e qualquer compromisso que ele viria a ter. Por mais que Heidi fosse estar com ela pelas próximas duas semanas, ela já queria que Vasti entrasse no ritmo frenético que era a vida do patrão delas.

— Você vai se acostumar. E quanto mais rápido fizer isso, melhor. Estou te esperando aqui! — Heidi falou pelo telefone.

— Obrigada. Eu não vou decepcionar! — Vasti falou com confiança. Esse foi um dos motivos de Heidi tê-la escolhido. Além das qualificações, é claro, Vasti tinha uma energia muito boa, era humilde e não parecia do tipo que daria em cima do patrão assim que colocasse os olhos nele. Essa era uma exigência do Sr. MacGyver.

A primeira pessoa a recebê-la foi uma morena bonita, de cabelos ondulados e sorriso largo. Melinda Barbosa, era o que se lia no crachá dela.

— Bom dia! Bem-vinda! — A moça disse, simpática.

— Bom dia! Obrigada!

— A senhorita Heidi já está vindo.

E estava, mesmo. Pois mal Melinda terminou de falar, a mulher esbelta de cabelos castanhos apareceu, com seus óculos de aro de tartaruga, que em nada diminuía a sua beleza. Principalmente quando ela sorria.

— Bom dia, senhorita Phillips!

— Bom dia!

Heidi a levou para fazer um mini tour pelo andar, que não era pequeno. Alí era a área mais próxima ao Presidente da empresa, a quem Vasti serviria. Outras pessoas trabalhavam ali, como assistentes.

A manhã foi muito corrida e Vasti já estava morrendo de fome quando o relógio marcou meio dia. Mas ela precisava ser liberada para o almoço. Então, ela decidiu ir até a copa e beber mais um copo de água a fim de enganar o estômago dela, que já começava a roncar baixo.

Ao se virar, ela deu de encontro com o que parecia ser uma parede e o copo entornou em cima dela, molhando a frente da blusa dela. Ela olhou para a blusa, antes de virar para cima e dar de cara com um par de olhos verdes penetrantes.

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