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Aliança com o Mafioso

Capítulo 5 4. Alexei

Palavras: 1464    |    Lançado em: 22/11/2023

raiva e frustração. O impacto de cada golpe reverbera através de mim, mas mantenho minha postu

tir fisicamente. Em vez disso, permito que ela libere sua frustração

a e seu corpo tenso, e tento entender o que ela pode

nte contra o meu, a imobilizando sem muito esforço, pouco

irmeza seus braços, ela ainda tenta

as que molham seu rosto. A compaixão toma conta de mim ao presenciar

desejava ao buscarmos a reconciliação entre nossas famílias. A dor que ela está expressando é um

expectativa que ele depositou em mim era de encontrar uma solução, trazer um fim a esse ciclo de

ausado por essa rivalidade arraigada. A pergunta que ecoa

não é algo que possa ser resolvid

tava com Giorgina e me encaminha

e. Seu semblante sério e concentrado revela a importância das tarefas que ocupa seu tem

nha presença. Um sorriso sutil se forma em seus lábios,

xplicar que não conseguiria tocar num fio de cabelo daquela

la? - Tenho dificulda

se me dado um presente comum. Um c

e um lado para o outro, interrompendo ele - Qual é o problema, Alexei? A

o - digo ab

brancelhas, se rec

m sentimento de questionamento sobre o que meu pai espera de mim. A carga emocional

ar mais dor é insuportável. Questiono se é realmente possível seguir adiante com o plano de

o ser o agente de mudança que meu pai espera se não consigo ver uma maneira c

mitindo sentir essas emoções conflitant

minha até mim, colocando u

. Ela é a última dos Caccini, nenhum del

irmação de que, não está tentando me provar de alguma coisa e

ossos olhares se comunicam s

ves no meu rosto, sorrindo - E não v

ovamente em suas tarefas. A imagem de sua concentração nos documentos reforça a

ro com minha tia no corredor. Seu rosto expressa uma mistura de curiosidade e expectati

a as emoções e as reflexões que surgiram durante meu encontro com Giorgina. Sua p

se gostou ou não do

uspi

ei que pe

para a por

dmitir que ele se

Ela se tornou minha figura materna, me acolhendo e cuidando de mim como se eu fosse seu próprio filho. A deci

de tristeza, me encorajando em momentos de desafio e celebrando comigo nas ocasi

e orientações compassivas. Sua presença constante em minha vida me deu a seguran

idar de mim como seu filho. Sua escolha de dedicar sua energia e a

ene ao meu lado, com

guntou da forma mais d

o ar do

artos lá em ci

passo na mi

com ela, não

tância de tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, independentemente das circunstâncias ou diferenças. Sua éti

o sempre encontrar soluções que promovam a harmonia e o entendimento mútuo. Para Irene, a violênc

go no mesm

antes de passar por mim, de

inhamos juntos pelo corredor, em silêncio. Sinto uma mistura d

iorgina ainda envolta em t

gestos e às palavras trocadas. Confio que Irene, com sua experiência e co

acuada e assustada, encolhida em um canto do quarto. Sua reação instintiva rev

ua v

sciente de que é importante respeitar seu e

ia só quer... - Antes mesmo que termin

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