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Esmeralda, a Luna Humana

Capítulo 3 Só mais um dia

Palavras: 1122    |    Lançado em: 27/09/2024

A minha sogra chegou com a mesma cara de noj

deiro mais bonita e gordurosa para ela, arroz com nozes, e quando

arece lavagem! E coloque outra peça de cordeiro no

a ela, que comia como se não houvesse amanhã. Servi-me do

os pratos, embora tenha repetido quase todos. Quando estava satisfeita e com a boca cheia

ociferou ao tirar o meu prato de comida da minha frente e atirar o conteúdo no li

quintal dos fundos. A minha não tão amada sogra estava dormin

dio, pois a família do meu ma

alsa postura religiosa quando lhes convém. Não gosto de julgar a religiosidade de

r boas vibrações através da música. Não sou boa musicista, arranho um pouco no violão, mas adoro cantar. O meu pai costumava

desperta para a "salat-ul-fajar "e ela teve qu

arido interrom

contos de fadas. Cabelos castanhos como os seus olhos, nariz fino e corpo esbelto. S

aparência. Porém, o seu jeito abusivo de filhinho de mamãe escroto e o

lta pouco! Logo esta

gem doce e submissa que criei para

u cedo! - Deixei o meu violão de lado,

lta, o semblante mais leve di

e se afastou e apontou para as manchas de terra na m

r cansado, quer que prepare um chá?

ondeu satisfeito e sentou no ban

romântic

ad

nou para fazê-lo esquecer da fofoca da minh

a eu me comporto, menos problema tenho com ele.

is copos, servi o primeiro para

com o ginecologista? - Ele pergunt

ultório assim que ter

nha mão e o seu

grávida, para evitar problemas. Sabe

o queira, por favor! Estou tomando as pílulas cer

ão forçado era o meu sorriso. Se tud

a, machucando as juntas dos meus

osa! Não dê motivos para a minha mãe reclama

Amir, me solte,

erto e beijou o m

smeralda, então, não me obrigue

não te enverg

stou com fome, e faça o chá para a minha mãe beber quando aco

farei com

aísse. Estiquei o braço para pegar o

isse que não gosto que cante fo

m ningué

minha esposa se exibindo como uma vag

Ma

, sabe que não gosto

e me respeitasse. Um homem que fosse sincero som os seus sentimentos, não esse sorriso falso e cruel de Amir.

um, mas ser obrigada a comportar-me como uma escrava feliz para um homem e

ndo e prend

s um d

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Esmeralda, a Luna Humana
Esmeralda, a Luna Humana
“Do mesmo universo de O Milagre do Alfa ELA: Esmeralda é uma jovem mulher de família tradicional conservadora muçulmana. Sua beleza é excepcional, com seus belos e longos cabelos castanhos avermelhados e olhos verdes, como a gema de seu nome. Seu sorriso encantador enfeitiça o coração de muitos homens na cidade onde mora e um poderoso agricultor fica obcecado por ela, ao ponto de assinar um acordo com os seus pais, para tomá-la como esposa em um casamento arranjado. Esmeralda tem o coração rebelde e livre, dona de uma voz única e afinação natural, ela sonha em se tornar uma cantora famosa, mas vê o seu sonho se extinguir quando é forçada a se tornar esposa do agricultor. Meses depois, maltratada pelo marido, que odeia o seu jeito rebelde, sua sogra que a humilha e agride, para obrigá-la a se submeter, Esmeralda escapa, carregando apenas uma mochila com os seus pertences mais queridos e o seu violão. Mal sabia ela que, naquela mesma noite, seria sequestrada por seres de outro mundo... ELE: Ares nasceu em uma noite de tempestade, sem lua, saído do corpo morto de sua mãe. Pela superstição, acreditava-se que filhotes saídos à força do ventre de mãe morta eram amaldiçoados pela deusa Hecate. Quando a bruxa vidente de seu clã leu o seu futuro, previu que ele não tinha uma loba alma gêmea, mesmo sendo um Alfa. A visão da bruxa serviu apenas para aumentar o desprezo do Alfa hermes por seu filhote, que o culpava pela morte da Luna. Alfa Hermes castigava o filhote sempre que tinha chance e se negava a permitir que um amaldiçoado herdasse o clã. Numa noite aterrorizante, com apenas catorze anos, Ares desperta a sua terceira forma, e toma o trono do clã. Um monstro, uma maldição, um Alfa temido e solitário, escondendo segredos que não se atreveria a revelar a nenhuma alma vivente. Até que, em uma de suas inspeções na sede dos caçadores de humanos, ele a vê.... Seu coração, frio e vazio, reconheceu a luz para a sua escuridão nos olhos verdes que o fitaram, cheios de rancor e medo. Sua fera gritou que ela era a sua companheira, Ele compreendeu que a profecia que o fez acreditar que seria solitário por toda a vida, um amaldiçoado rejeitado por todos, foi mal interpretada. Aquela fêmea não era uma loba, mas era a sua alma gêmea, uma anomalia como ele próprio.... Uma Luna humana.”