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Meu Amado Vampiro II: Ramon e Dulce Maria

Capítulo 4 4 Capítulo

Palavras: 1992    |    Lançado em: 22/07/2021

u

até a escola. No caminho, encont

você chegou - ele é o

ós, e entramos na escola. Seus olhos encontram m

e bagunça meu cabelo, e eu o

cê é meu tio, seu chato! - dá para ac

ra vestindo uma calça jeans e uma blusa preta que destaca seu corpo. Não po

ele fala, sem tirar os o

qui? - os meninos mudam o foco para

iosa... - Aurora diz, e eu

para estudar devido ao que ele é, mas sua aparência diz o contrário. Mordo o lábio

e você quer estudar?! - Pedro, em sua atitude característic

uma peça? - pergunto duvi

o junto com você. - ela me xinga com ra

que ele escolheu justamente a minha turma? Poderia ser qualquer outra,

ele toca meu nariz, balançando-

e mim e leva a boca perto de minha orelha,

a... Vai que um lobo muito mal a rouba de mim

fechado para ele, que se mantém sério. Meu amigo Carlos se aproxima de

- Oi, pr

jo Ramon revirar os olhos e olhar friamente para o meu

ir ao médico e não deu par

colado a mim? Que pena, que o filho da mãe não acreditou. O sinal bate e todos vão para a sua sala, entramos na nossa do segundo ano, on

avor se apresente. - ele chega perto da mesa

vampiro e continuo, como se nada tivesse acontecido. - 17 anos. - a Dulce olha para mim sorridente e pega no

her sentar ao lado delas. "Bando de gente hipócrita" penso, e ele lança um sorriso na minha di

sentar ao lad

a até a mim e cada passo que dava parecia estar pisando no me

me sentar aí,

legas queiram dividir com você... - fico parado no meu lugar pois não

e deixe o aluno novo se s

s... - ela o

e me levanto lançando um olhar furioso para o tal "Ramon" e ele me encara com

a

o lado da Dulce e ele não gostou nadinha. Eu ouvi muito bem os seus pensamentos... Tadinho, se ele soubesse o que eu sou pensaria mil vezes antes de pensar uma besteira dessa. Me acomodo ao seu lado e vejo que a minha

a ficar olhando as bundas das men

onte de pensamentos das meninas da sala vem a minha mente. Eu sinto ódio de mim n

novo é muito

tir um homem de

ele ao invés da Dulce, sortuda pegando

rno. - olho para ele enquanto a profe

no porque eu não sou. - encosto a minha mão em sua perna

ueria e movo os meus dedos sentindo o seu volume. Su

- falo em um tom baixo com a voz rouca car

digo perto do seu ouvido e o aperto uma última vez, retirando-a e v

uguês temos a de sociologia, filosofia e o sinal bate para irmos ao intervalo e saímos da sala, eu tenho dois gatos ao meu lado

Dulce não?... - dou uma garfada no me

caram e a Dulce dá

do de nervoso, pois estou ao ponto

acha que o seu melho

em nenhum dos dois. Eu só te vejo como o meu a

dos, a Dulce deu um be

guém ainda mais da Dulcinha... - me defendo. Eu, Ramon Alencar, levar um fora

ão sou nenhum

não é, né?! - as veias na sua tes

ue ele termine de falar me

cachorras no cio... - os dois na minh

us:

e fica com uma cara de brava e bate na

o banheiro e jogo água no meu rosto murmurando. - Dois bando de idiotas, até parece que eu sou um troféu.

não é um tro

banheiro feminino?, Tá doido?! Se o d

e não deixando escapatória nenhuma. Ainda hesitante, ela cede o beijo, envolvendo suas mãos no meu p

o e ele desce os seus lábios pelo meu pescoço enviando

dar a chance de dizer alguma coisa, ele

ula. Suspiro de alivio ao ver que o professor ainda não chegou e me sento ao la

para a escola era só pra ficar

nto mexe comigo e fica falando essas coisas na brincadeira, as quais eu levo a sério. - Eu só qu

as atividades do número 3 ao 10. - abrimos o li

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