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ro que custava a durar o trajeto inteiro da Zona Sul
ísa em Ipanema, eu era Maya Albuquerque: uma jovem de vinte e cinco anos, reservada, est
o, o meu nome era out
liar convencional. Ela foi banhada a sangue, construída sobre as
a -, era uma das poucas almas que conhecia os contornos da minha duplicidade. Ela não precisava me julgar; ali em cima,
nos meus calcanhares, colando cartazes e te
s mais uma criminosa sedenta por
algo que eu não tolerava. Dias antes, por exemplo, quase executei um dos m
o. Paguei na mesma moeda, mostrando visualmente quem ditava as regras. Quem mandava al
eçou no crime. Ela começou numa
noite, a nossa casa parecia um oási
hamava atenção das minhas colegas de escola. Meu pai era um homem de silêncios pesados, uma fi
sete chaves: um escritório trancado onde
aberta. Entrei e vi o armário de vidro refletindo o brilho metálico de armas pesadas. Não entendi o que aquilo s
meu pai, do som abafado dos disparos e da ordem deses
onderijo, minha prince
e não
amília. Quando o silêncio fúnebre finalmente tomou conta, rastejei para fora e espreguei os olhos na esca
o corpo do meu pai, que ainda respirava com dificuld
, seu merda, já matou demais dos meus. Agora chegou a minha vez de brilhar e me vi
egida pelas sombras, recuei para o meu esconderijo e só saí horas depois, quando a sirene da políci
elhor colégio, a faculdade, a terapia que tentava em
sto naquelas fotos que a polícia me mostrou. E jurei que eles pagariam. Até mesmo Genebra, o seguran
iros sem importância - como aquela primeira vez desajeitada com um universitário correto que não cab
no baile funk do morro, o
, meu fiel escudeiro, armei a armadilha e o levei para um
me chantagear, virar o jogo e me subjugar. Mal sabia ele que subestimar uma criança sobrevivente er
tabuleiro parecia pr
minho entre a multidão na boca do morro. Ele tinha um porte imponente, um sorriso insolente e, por
ximou de mim, suss
ocê veio fazer
ndo completamente a tensão ao redor, e cra
mo esse morro. Seria da hora, né, mano? - ele provocou, com
a ao meu l
morro, pode crer que não vai sair daqui vivo,
A energia que emanava dele era perigosa, arrogante e estranhamen
. Mas, para o meu azar ou destino, aquele homem acab
pior forma que a loba nunca perdoa quem ousa desafiá-la. A vingança estav
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