icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

PAVEL - UM MAFIOSO IMPIEDOSO LIVRO 6

Capítulo 4 4

Palavras: 900    |    Lançado em: 02/01/2025

s

a é enorme e é feita da

Há um relógio na parede, tiquetaqueando, mas não ajuda porque não consigo ver os detalhes do

rrendo do quarto do Sr. Miller e encontrei a porta com a placa de saída. Eu não tenho a menor ideia de onde estou. Não sei como vim parar aqui. E não tenho ideia do que eles vão fazer

também me sinto bem. Na

o pode

ém entra, então para a

s. Seu cabelo é loiro escuro ou castanho claro. Isso resume tudo o que posso entender. Eu tinha uma semana até minha segunda

ado ali, e eu me pergun

apenas m

l percorre meu corpo. Nunca na minha vida conheci um h

entando vê-lo melhor, m

a bo

itante à frente. - Você

ora. Eu não sei por quê. Simplesmente não. O

mente está preocupada

es ligar? Para que eles po

sentindo louco sem nenhuma informação sobre mim. Ele tem sido um pai e uma mãe para mim e minha irmã desde que tínhamos

e aconteceu. O que eu fiz. Não quero que minha família saiba que a irmã deles é prostituta e viciada

ficará be

o homem pergunta e dá

re

sam que estou morta. B

iste mais. Ela se foi. E em seu lugar está essa criatura nojenta e imunda que permite que as pessoas a viol

me diga o que

O problema é que fizeram tantas coisas desagradáveis comigo que não há nada que ele possa fazer para me machucar. Tenho mais medo de Artur

eu redor. Sua palma repousa nas minhas costas e se move lentamente para cima e para baixo. Ele fez a mesma coisa ontem à noite. Lembro-me de acordar e sentir u

m no cobertor enrolado

es, quase irreconhecíveis, mas ainda assim, meu coração pula uma batida. Achei que tinha perdido minha música. Conforme a mão nas minhas costas continua seu cam

de água para você, -

nhas costas enqua

gri

Reclame seu bônus no App

Abrir
PAVEL - UM MAFIOSO IMPIEDOSO LIVRO 6
PAVEL - UM MAFIOSO IMPIEDOSO LIVRO 6
“Sinopse Asya Não posso voltar para minha família. Eu não sou digna deles, Nunca poderia ser uma deles novamente. A irmã que eles conhecem, amam e lembram, Não existe. Não mais. Até ele... Aquele que me acolheu, Me curou dos meus demônios, Meus medos, Minhas cicatrizes, Me devolvendo, Aos poucos. Pavel Eu não me aproximo das pessoas, E certamente não preciso de ninguém. Até ela... Agora, ela é tudo que eu quero, Tudo que eu preciso. O bastardo egoísta em mim, Quer roubá-la, Tudo para mim. Mas ela não precisa mais de mim. Eu tenho que deixá-la ir, Deixá-la voar, Não quebrar as asas que a ajudam a voar. Ela não é minha para manter. Amar, Ter. Posso ensinar minha alma fraturada a sobreviver sem ela?”