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Onde o Amor Acabou e a Guerra Começou

Capítulo 1 

Palavras: 593    |    Lançado em: 24/06/2025

parecia fria na minha mão. P

iteto Revela

de, a sacrificar fins de semana, a investi

sto. O rádio tocava uma música qualquer, mas eu não ouvia. Só

car tão o

nosso prédio, dois degraus de cada vez.

nha de dentro.

a novidade, mas as palavras

o estava

da sala. Garrafas de champanhe vazias na mesa de centro, que eu t

m. Estavam no se

levantou-a no ar. Ela riu, um som a

a! Uma editora! Um

beij

oi um beijo longo, profundo.

corregou da

felpudo com u

bruscamente. Os olhos do Pedro encontr

Já che

ergunta. Era

rriso presunçoso nos lábios. E

o? Ganhaste um p

r de aviso, mas não diss

a aqui, Pedro?" a mi

avras automáticas de qualquer culpado. "A Clara e eu estávamo

e tudo. Como se o sucesso dele j

Com o nosso champanhe?" apon

te do sucesso," ele disse, defensivo. "T

stúdio de gravação no quarto dos fundos. Eu é que paguei pelas guitarr

hei hoje? Aquele que te liguei a dizer que tinha sido nomeada, e tu diss

imo. Fico feliz por ti, a sério. Mas i

que era eu na vida d

baixa e fria. "Os dois. S

asa? Pensei que esta

uma decência. Ele virou-se para mim. "Sofia, não sejas

ara o homem que eu amava e vendo um estranho.

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Onde o Amor Acabou e a Guerra Começou
Onde o Amor Acabou e a Guerra Começou
“Eu tinha acabado de ganhar o prémio de Arquiteto Revelação do Ano. Sentia-me no topo do mundo, ansiosa para partilhar o meu sucesso com o Pedro, o meu marido. Ele ficaria orgulhoso. Mas, ao chegar a casa, a porta entreaberta revelou a cena: Pedro e Clara, a sua vocalista, dançavam embebidos em champanhe. "Conseguimos! Uma editora a sério!" ele gritava, antes de a beijar. Não era um beijo de amigos. O troféu escorregou da minha mão. Com o baque, separaram-se. "Sofia. Já chegaste", acusou ele. Clara, presunçosa, perguntou se eu tinha "ganho um pisa-papéis novo". Ele tentou justificar, mas a verdade queimava nos seus olhos. No dia seguinte, descobri: cinco mil euros transferidos para a Clara. Do MEU dinheiro. Não era só traição. Era roubo. "Eu vi-te, Pedro." Eu entendia o trabalho, não a perfídia. Ele disse apenas "Eu preciso de ti", revelando a farsa. Eu era só uma patrocinadora descartável. Então veio o choque maior: meu irmão descobriu que a "editora" era uma fachada. Pertencia a Ricardo Vasconcelos, o magnata que acabara de vencer no prémio. Não era só uma traição, era uma vingança orquestrada. Ele não me trocou; vendeu-me. A tristeza deu lugar a uma raiva fria e implacável. Isto já não era um divórcio. Era uma guerra. E eu não ia perder. Ia lutar por mim.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10