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Amor e Dor: O Fim de Miguel

Capítulo 5 

Palavras: 601    |    Lançado em: 01/07/2025

sentindo um cheiro de perfume caro

no escuro, ele se sentou rapidamente, o coração batendo desco

e perguntou, a voz

bela, ela estava vestida com um robe de seda, o cabelo perfeita

seu rosto parecia

Amora", ela disse, a

o lado da cama, o mais longe possível dela. "Vo

tinham um brilho ambicioso que ele nunca tinha visto n

, não me olharia desse jeito", ele disse, a voz treme

riando uma barreira de negação, ele não podia ac

estou bem aqui", Isabela disse, tent

uma torrente de queixas e ressentime

vras saindo atropeladas. "Você disse que voltaria, mas não voltou! Você me chamou para este lugar, esta cidade fria, me

ôlego, o peito subindo

me protegeria, ela não é como você, fria e dis

agarrava à imagem da Amora que ele criou, a mulher p

caixasse nessa imagem era um

o podia ser real, sua Amora estava em algum lugar, e

ê-lo, um homem de aparência

os olhos de Miguel com uma pequena l

m uma expressão preocupada que Migue

l não estivesse ali. "A queda na piscina pode ter agravado a condição, causando confusão e lapsos de memóri

ico vago, prescreveu rep

ambiente calmo", concluiu o méd

recusou a aceitá-las, ele não est

e a verdade era que sua Amora estava

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Amor e Dor: O Fim de Miguel
Amor e Dor: O Fim de Miguel
“Miguel Oliveira, um caipira de Minas, veio para São Paulo por amor. Ele amava Isabela, sua "Amora" , a mulher que salvou e que, segundo ele, conheceu após um acidente que o deixou sem memória. No entanto, o que ele encontrou foi um pesadelo: na suntuosa festa de Isabela, seu noivo, Lucas Almeida, o humilhou brutalmente perante a todos, derramando champanhe em sua cabeça. Miguel, confuso e encharcado, sentiu os olhares de desprezo daqueles que o viam apenas como um mero intruso. A violência não parou aí; Lucas, em um acesso de fúria, o empurrou na piscina, onde Miguel, ferido e esgotado, lutou para não se afogar. Ele se agarrava à sua "Amora" , à promessa dela de que estariam juntos. Mas a nova Isabela, a que o mantinha aprisionado na mansão, era fria e calculista, muito diferente da mulher que ele se lembrava. "Você não é a minha Amora! Onde ela está? O que você fez com ela?" , gritou ele, desesperado por sua verdade. Enquanto Isabela lutava para retomar o controle de sua vida, usando Miguel como peça nesse jogo cruel, ele descobria, em sangramentos nasais e dores de cabeça agonizantes, que sua memória real, junto à verdade por trás de seu "acidente" , estava prestes a vir à tona, revelando uma traição inimaginável.”