icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade

Capítulo 2 

Palavras: 554    |    Lançado em: 02/07/2025

a minha mente estava clara, a revisitar ou

iago tinha-me trancado lá dentro. Durante horas, o pânico foi o meu único comp

à Sofia", disse ele,

surrei, a minha gargan

e havia uma ameaça na sua calma qu

com o meu pai e o meu irmão, Lucas, a consolá-la. Ela tinha um pe

oramingou ela. "Eu só queria

mento. "Lara, o que se passa contigo?

, abanou a cabeça. "És tão mimada. Sempre a causar proble

do acreditar nela, na alpinista social cuja mãe tinha seduzido o meu pai enquanto a min

ra um refúgio de felicidade. Depois, a minha mãe adoeceu. O seu sorriso tornou-se raro, a sua música silenciou-se. Foi nessa altura que a mãe de Sofia,

a era subtil no início. Um objeto meu que desaparecia, um segredo que era

o é da Lara

s nela. A Lara está

a nossa mãe foi traída, a nossa aliança quebrada. Ele e

o visto como um espírito semelhante, alguém isolado e forte. Tinha-lhe dado uma confiança que não dava a mai

a família de sangue, t

inguém que acreditasse em mim. A ideia da morte não era assustadora. Era um alívio. Uma libertação silenc

Reclame seu bônus no App

Abrir
Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade
Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade
“A dor nos meus pulsos e tornozelos era um zumbido constante no meu cérebro, memórias da minha carreira de pianista, brutalmente esmagada. Thiago, o homem que eu amava e que "resgatei" da rua, ordenara que me quebrassem as mãos. Ele, o meu protetor, virara o meu carrasco. Cegado pela mentira da minha manipuladora meia-irmã, Sofia, que ele acreditava ser a sua salvadora de infância, Thiago permitiu a minha humilhação pública. O meu próprio pai e irmão viraram-me as costas, convencidos pelas artimanhas de Sofia. A solidão era esmagadora, e a traição de Thiago era a estocada final. Ele sabia a verdade, mas ainda assim a escolheu, protegendo-a e me destruindo. O que eu fiz de tão errado para merecer tal abandono e crueldade? Como o homem que confiei cegamente pôde me infligir tanto sofrimento? A incompreensão e a dor rasgavam-me por dentro, roubando-me a vontade de viver. No fundo do abismo, uma fúria renasceu. Acabou-se a passividade, a espera pela morte. Se eu ia viver, seria para vingar cada lágrima, cada osso partido. Peguei no telefone, liguei para Miguel, de quem menos se esperava ajuda. A partir daquele momento, a minha vida não seria mais de vítima, mas de guerra.”