icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
Cachorrinho de Estimação: A Revolta

Cachorrinho de Estimação: A Revolta

Autor: Red
icon

Introdução 

Palavras: 279    |    Lançado em: 03/07/2025

, por dois anos, vivi uma farsa como o namorado "artista da c

a conta bancária engordava, transformando a humilhaç

sussurros e o desprezo, acreditando ser um sa

rbitante, um valor dez vezes maior que o

eu achava ter en

viver, era sobre o que r

trabalho", me fez perceber: eu era a sombra de outro ho

ação", era assim que

deu uma cla

um objeto d

era um

que já

as roupas de grife, e me desfi

inheiro para construir algo real: uma es

buraco?", ela zombou

or de verdade do que se

, deixando-a com seu

osta iria aprender, da maneira ma

de estava ape

Reclame seu bônus no App

Abrir
Cachorrinho de Estimação: A Revolta
Cachorrinho de Estimação: A Revolta
“Eu sou João Ribeiro, um designer de moda que saiu da favela e, por dois anos, vivi uma farsa como o namorado "artista da comunidade" de Patrícia Costa, a herdeira de um império têxtil. Nosso acordo era peculiar: a cada traição dela, minha conta bancária engordava, transformando a humilhação em uma fortuna que garantia o conforto do meu pai. Eu me tornei o "cornudo de luxo", ignorando os sussurros e o desprezo, acreditando ser um sacrifício justo pela segurança da minha família. Mas tudo mudou com uma transferência exorbitante, um valor dez vezes maior que o usual, que caiu na minha conta sem aviso. Minha alma, que eu achava ter endurecido, gritou. Não era mais sobre sobreviver, era sobre o que restava da minha dignidade. Aquele dinheiro, que parecia uma indenização pelo meu "trabalho", me fez perceber: eu era a sombra de outro homem, o substituto de Fábio Almeida, o amor perdido dela. "Cachorrinho de estimação", era assim que eles se referiam a mim. A raiva me deu uma clareza gelada. Eu não era um objeto descartável. Eu não era um fantasma. Decidi que já bastava. Vendi tudo que ela me deu, doei as roupas de grife, e me desfiz de cada vestígio daquela farsa. Eu ia voltar para minha favela, usar o dinheiro para construir algo real: uma escola de moda para os jovens da comunidade. "Voltando para aquele buraco?", ela zombou, quando a confrontei. "Prefiro ser um professor de verdade do que seu namorado de mentira." Desliguei o telefone, deixando-a com seus gritos e riquezas. Eu era João Ribeiro, e Patrícia Costa iria aprender, da maneira mais difícil, quem eu realmente era. Minha liberdade estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10