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O Tsunami do Coração Partido

Capítulo 1 

Palavras: 934    |    Lançado em: 03/07/2025

em uma manhã de céu claro, deixando para trás apenas sua rede de pesca, agora guardada como uma relíquia, e a casa de praia que era o centro do nosso universo. Com ele, se

ndo da moda, precisei guardá-los em u

em um pesadelo. Eles eram liderados por Rael, um homem mais velho, cuja inveja pelo respeito que meu pai conquistou era quase palpável. Rael via em

s se reuniam, com o coração na mão, pedindo,

Rael. O que você est

desprezo no rosto. Ele estava cercado por seu

quer. Ele quer ser um campeão, não um fracassado

e a impotência me paralisou. Pedro, ao lado de Rael, baixou a cabeça, envergonh

que me lembrei da rede de pesca do meu pai. Ela estava no velho galpão, cheirando a sal e a histórias. As lendas locais diziam que a rede era abençoada, que trazia sorte e

di a rede sobre a areia, as malhas gastas contando a história de uma vida de trabalho duro. Eu me ajoelhei

pido por vozes altas. Era Rael

escador trouxe o lixo velh

rosto mostrava conflito. Ele

ão faz isso! É

era clara: queimar o último símbolo que nos restava, queimar a memória do meu

ezas, começou a crescer. O chão tremeu levemente. Olhamos para o horizonte e vimos a água recuar de uma forma assust

ntando escapar. Pedro se soltou e correu para mim. O instinto me fez agarrar a rede do meu

or. A rede, esticada entre minhas mãos e a areia, parecia criar um escudo, uma barreira que desviava o pior do impacto. Fomo

o da destruição, sirenes começaram a soar. As autoridades, alertadas pelo evento natural e, como soube

s e em choque. Com o testemunho de outras pessoas da comunidade e a

a resistência da nossa comunidade, da força da tradição e da proteção que transcende a vida. O museu local pediu para exibi-la, e em uma cerimônia emocionante, nossa família foi honrada. Pedro, finalment

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O Tsunami do Coração Partido
O Tsunami do Coração Partido
“A memória do meu pai me atormentava, eu, Luana, cuidava do meu irmão Pedro e da nossa casa de praia, o único legado que ele deixou. Mas Pedro, tomado pela dor e rebeldia, caiu nas mãos de Rael, um homem sem escrúpulos que via nele apenas um meio para competições ilegais e perigosas. Quando tentei intervir, implorando para que Rael deixasse meu irmão em paz, fui confrontada e humilhada de forma brutal. Ele me olhou de cima a baixo, rodeado por seus capangas, rindo da minha súplica. "Cuida da sua vida, Luana. O garoto sabe o que quer. Ele quer ser um campeão, não um fracassado como o pai dele, que nem do mar soube voltar." Aquelas palavras me atingiram como um soco, queimando meu rosto de vergonha e impotência, enquanto Pedro, cego pela promessa de glória, assistia em silêncio. Naquela noite, a ameaça de Rael de tomar nossa casa ecoava em minha mente, e em desespero, me apeguei à lendária rede de pesca do meu pai, levando-a até a praia. Lá, sob a luz da lua, Rael e seus homens surgiram, zombando da minha dor e decididos a queimar o último símbolo da memória do meu pai. De repente, o mar, antes calmo, recuou de forma assustadora, e uma onda gigantesca, um verdadeiro tsunami, surgiu no horizonte. O pânico tomou conta de todos, mas meu instinto me fez agarrar a rede, e surpreendentemente, ela se tornou um escudo, protegendo Pedro e a mim da fúria da água. E assim, em meio à devastação, as autoridades prenderam Rael e sua gangue, e a rede de pesca do meu pai, antes uma relíquia, se tornou um símbolo de resistência e proteção. Mas essa foi apenas a primeira batalha em minha jornada de libertação. Eu havia sacrificado meus sonhos e a herança de minha mãe para ajudar Rael a construir seu negócio, apenas para descobrir que ele me traía financeiramente com Clara, uma outra mulher. Com raiva e determinação, cortei o acesso dele ao dinheiro e, usando uma procuração que ele assinou sem ler, vendi a casa que compartilhávamos. Quando o encontrei com Clara na minha antiga casa, eles tentaram me humilhar, mas eu, com uma calma assustadora, revelei a venda do imóvel, fazendo o mundo de Rael desabar. A fúria de Rael se voltou contra Clara, e o castelo de mentiras deles começou a ruir, mas ele, sem saber, ainda tentaria se aproveitar de mim. Ele tentou me manipular com arrependimento falso, mas eu, agora forte, rejeitei suas lágrimas falsas e o abandonei à sua própria sorte, deixando-o sem nada. A empresa de Rael desmoronou, e ele, falido e abandonado por Clara, veio até minha porta implorando por ajuda. Eu, porém, o observei com indiferença, fechando a porta na cara do homem que um dia me dominou. Ele voltou no dia seguinte, tentando me abalar com lembranças, mas revelei o recibo da joia, provando sua mentira, e finalmente o deixei para trás. Rael e Clara acabaram presos e falidos, suas vidas destruídas pela própria ganância, e eu, Luana, finalmente comecei a construir minha nova vida, livre de sua sombra.”
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