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O Tsunami do Coração Partido

Capítulo 3 

Palavras: 817    |    Lançado em: 03/07/2025

Ele não atendia as ligações do meu advogado, não respondia aos e-mails, simplesmente fingia que nada estava acontecendo. Cada dia de atraso era uma pequena tortura, um lemb

para ele. A atendente insistia que apenas o titular da conta, Rael, poderia solicitar o

uer, Luana? Es

ele a internet. Eles nã

som seco e

sempre, vai? Aliás, por que a gente ainda te

de, como se estivesse comentando sobre o tempo.

repetir is

e não está mais jun

hamada. Era uma prova pequena, mas simbolicame

do minhas conquistas, a forma como ele me isolou dos meus amigos, dizendo que eles "não entendiam nossa relação" . Tudo fazia parte de um jogo doentio para me mante

have, o som de risadas femininas veio da sala. E lá estava ele, no sofá que compramos juntos, com uma mulher. Clara. A mesma mulher para quem ele tinha comprado a joia. El

se levantou, sem u

e você está f

aqui, Rael. Ou

is para mim, com um

querida. Rael me disse que vo

marga. Mas Rael foi mais rápido. Ele partiu p

ndo minha casa? Depois de roubar meu dinheiro? Vo

, que eu quase ri. Ele, com a amante na m

nheiro? Rael, você

o lado dele, colocando a mão e

ex-namorada amargurada. Deixa ela pegar as tralhas dela e

objeto a ser descartado. A pressão dos dois, a humilhação pública no meu próprio lar, tudo isso

ra a decoração da sala, para o t

Fazendo planos. Mas tem um pequeno detalhe que v

desconfiado.

o que não chegou

u a vendi. Sem

l passou de raiva para incredulidade total. O sorriso de

o quê?" e

sse em duas semanas. Então, aproveitem o vinho. Porque esta não é mais a sua casa, não é mais a min

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O Tsunami do Coração Partido
O Tsunami do Coração Partido
“A memória do meu pai me atormentava, eu, Luana, cuidava do meu irmão Pedro e da nossa casa de praia, o único legado que ele deixou. Mas Pedro, tomado pela dor e rebeldia, caiu nas mãos de Rael, um homem sem escrúpulos que via nele apenas um meio para competições ilegais e perigosas. Quando tentei intervir, implorando para que Rael deixasse meu irmão em paz, fui confrontada e humilhada de forma brutal. Ele me olhou de cima a baixo, rodeado por seus capangas, rindo da minha súplica. "Cuida da sua vida, Luana. O garoto sabe o que quer. Ele quer ser um campeão, não um fracassado como o pai dele, que nem do mar soube voltar." Aquelas palavras me atingiram como um soco, queimando meu rosto de vergonha e impotência, enquanto Pedro, cego pela promessa de glória, assistia em silêncio. Naquela noite, a ameaça de Rael de tomar nossa casa ecoava em minha mente, e em desespero, me apeguei à lendária rede de pesca do meu pai, levando-a até a praia. Lá, sob a luz da lua, Rael e seus homens surgiram, zombando da minha dor e decididos a queimar o último símbolo da memória do meu pai. De repente, o mar, antes calmo, recuou de forma assustadora, e uma onda gigantesca, um verdadeiro tsunami, surgiu no horizonte. O pânico tomou conta de todos, mas meu instinto me fez agarrar a rede, e surpreendentemente, ela se tornou um escudo, protegendo Pedro e a mim da fúria da água. E assim, em meio à devastação, as autoridades prenderam Rael e sua gangue, e a rede de pesca do meu pai, antes uma relíquia, se tornou um símbolo de resistência e proteção. Mas essa foi apenas a primeira batalha em minha jornada de libertação. Eu havia sacrificado meus sonhos e a herança de minha mãe para ajudar Rael a construir seu negócio, apenas para descobrir que ele me traía financeiramente com Clara, uma outra mulher. Com raiva e determinação, cortei o acesso dele ao dinheiro e, usando uma procuração que ele assinou sem ler, vendi a casa que compartilhávamos. Quando o encontrei com Clara na minha antiga casa, eles tentaram me humilhar, mas eu, com uma calma assustadora, revelei a venda do imóvel, fazendo o mundo de Rael desabar. A fúria de Rael se voltou contra Clara, e o castelo de mentiras deles começou a ruir, mas ele, sem saber, ainda tentaria se aproveitar de mim. Ele tentou me manipular com arrependimento falso, mas eu, agora forte, rejeitei suas lágrimas falsas e o abandonei à sua própria sorte, deixando-o sem nada. A empresa de Rael desmoronou, e ele, falido e abandonado por Clara, veio até minha porta implorando por ajuda. Eu, porém, o observei com indiferença, fechando a porta na cara do homem que um dia me dominou. Ele voltou no dia seguinte, tentando me abalar com lembranças, mas revelei o recibo da joia, provando sua mentira, e finalmente o deixei para trás. Rael e Clara acabaram presos e falidos, suas vidas destruídas pela própria ganância, e eu, Luana, finalmente comecei a construir minha nova vida, livre de sua sombra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10