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O Tsunami do Coração Partido

Capítulo 2 

Palavras: 755    |    Lançado em: 03/07/2025

ia que eu tinha abandonado minha vaga em uma faculdade de moda em outra cidade para ficar e ajudá-lo a montar sua pequena empresa de pranchas de surf personalizadas.

ecedores, a parte chata que ele não queria fazer, enquanto ele

ancário ali. A princípio, eu dava desculpas por ele. Ele deve ter se confundido, deve ter esquecido de me avisar. Mas a frequência e os valores começaram a aumentar.

chegar. Coloquei o extrat

precisa conver

depois para mim, co

m dinheiro? Eu trabalho pra caramba, Luana

co mil reais? Par

dele: o tratamento de silêncio. A recusa em dialogar, me deixando sozinha com minhas dúvidas e com a sensação de que

édito conjunto. Depois, transferi o pouco dinheiro que restava na nossa conta comum para uma conta

no meio da tarde, a voz carregada de uma

eceu? O cartão não passou. Tem

problema nenhum. Eu

da linha. Eu podia imaginá-lo,

ê não pode fazer isso! E o

sim, Rael, eu posso. A conta

tentando me sabotar? Depois

respirei fundo, a voz saindo

o você chegar em casa. E não, não esto

e adrenalina. Naquela mesma tarde, juntei todos os documentos importantes: a escritura da casa que estava no meu nome, herança do meu pai,

rouxe flores, um sorriso ensaiado no rosto. Mas seus olhos estavam fr

é isso,

nversa, Rael.

ra eu administrar os bens da empresa, algo que eu pedi para ele assinar semanas atrás, dizendo que era "só uma burocracia para o contador" . Ele, em sua arrogância e desinteresse pelos detalhes, assinou

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O Tsunami do Coração Partido
O Tsunami do Coração Partido
“A memória do meu pai me atormentava, eu, Luana, cuidava do meu irmão Pedro e da nossa casa de praia, o único legado que ele deixou. Mas Pedro, tomado pela dor e rebeldia, caiu nas mãos de Rael, um homem sem escrúpulos que via nele apenas um meio para competições ilegais e perigosas. Quando tentei intervir, implorando para que Rael deixasse meu irmão em paz, fui confrontada e humilhada de forma brutal. Ele me olhou de cima a baixo, rodeado por seus capangas, rindo da minha súplica. "Cuida da sua vida, Luana. O garoto sabe o que quer. Ele quer ser um campeão, não um fracassado como o pai dele, que nem do mar soube voltar." Aquelas palavras me atingiram como um soco, queimando meu rosto de vergonha e impotência, enquanto Pedro, cego pela promessa de glória, assistia em silêncio. Naquela noite, a ameaça de Rael de tomar nossa casa ecoava em minha mente, e em desespero, me apeguei à lendária rede de pesca do meu pai, levando-a até a praia. Lá, sob a luz da lua, Rael e seus homens surgiram, zombando da minha dor e decididos a queimar o último símbolo da memória do meu pai. De repente, o mar, antes calmo, recuou de forma assustadora, e uma onda gigantesca, um verdadeiro tsunami, surgiu no horizonte. O pânico tomou conta de todos, mas meu instinto me fez agarrar a rede, e surpreendentemente, ela se tornou um escudo, protegendo Pedro e a mim da fúria da água. E assim, em meio à devastação, as autoridades prenderam Rael e sua gangue, e a rede de pesca do meu pai, antes uma relíquia, se tornou um símbolo de resistência e proteção. Mas essa foi apenas a primeira batalha em minha jornada de libertação. Eu havia sacrificado meus sonhos e a herança de minha mãe para ajudar Rael a construir seu negócio, apenas para descobrir que ele me traía financeiramente com Clara, uma outra mulher. Com raiva e determinação, cortei o acesso dele ao dinheiro e, usando uma procuração que ele assinou sem ler, vendi a casa que compartilhávamos. Quando o encontrei com Clara na minha antiga casa, eles tentaram me humilhar, mas eu, com uma calma assustadora, revelei a venda do imóvel, fazendo o mundo de Rael desabar. A fúria de Rael se voltou contra Clara, e o castelo de mentiras deles começou a ruir, mas ele, sem saber, ainda tentaria se aproveitar de mim. Ele tentou me manipular com arrependimento falso, mas eu, agora forte, rejeitei suas lágrimas falsas e o abandonei à sua própria sorte, deixando-o sem nada. A empresa de Rael desmoronou, e ele, falido e abandonado por Clara, veio até minha porta implorando por ajuda. Eu, porém, o observei com indiferença, fechando a porta na cara do homem que um dia me dominou. Ele voltou no dia seguinte, tentando me abalar com lembranças, mas revelei o recibo da joia, provando sua mentira, e finalmente o deixei para trás. Rael e Clara acabaram presos e falidos, suas vidas destruídas pela própria ganância, e eu, Luana, finalmente comecei a construir minha nova vida, livre de sua sombra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10