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Renascida para Amar e Vingar

Capítulo 1 

Palavras: 862    |    Lançado em: 03/07/2025

izer que só estava "colo

unhas sempre bem pintadas de vermelho, se m

, eu acreditava nela.

ais f

mão mais novo, com a mão dentro do cofrinho em fo

rpresa. Apenas um frio ge

-as com uma velocidade impressionante e a

orriso satisfeito, como se tivesse

o. Tudo a

orta. Seus olhos piscaram por um

chamar. O quarto do seu

ia dito "Obrigada, tia", e depois reposto o dinheiro

era mais aq

escura e chuvosa, com o coração p

tamente, com um sor

o um louco procurando justamente vinte reais que sumiram do cofri

, olhando diretamente pa

u. O sangue sumiu de seu rosto,

ho. Eu não vi nada. Só e

ão à manga, mas ela parou no meio do

, sempre perd

orrindo, sem d

Ele jurava que estava no cofrinho. Talv

como se fosse

a era quase palpável.

hei bem. Não tin

manga. As duas notas de dez r

no quarto

"Estava aqui o tempo todo. Que sorte a sua t

ro do chão e o

ara ele? Ele vai achar que

a o dinheiro na minha mão com

u Jorge, apareceu na porta,

o aqui? Aurora, você e

e em seus olhos, sua

o. As lágrimas brotaram em

acusando! Está dizendo que

lamento, cheio de

e fuzilou c

a agora mesmo! Ela passa o dia todo cuidando desta casa,

tentado me explicar, gaguejando, e no final, te

eu mantiv

a tia de nada. Pelo contrário, eu estava agradecendo a

minha tia, que

ão achou os vinte reais

que o dinheiro estava no chão, perto dela. Se confirmass

muito bem. Era o mesmo olhar que ela me deu quando

assentiu, com o rosto mo

. Mas o jeito que ela falo

expressão, mas aind

re mais. Lívia, tenha mais cuidado com as s

Aurora e a levou para fora do quarto,

urava. "Ninguém nesta casa me dá v

arto de Pedro, com o

cido a prime

começando. E desta vez, eu

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Renascida para Amar e Vingar
Renascida para Amar e Vingar
“Dona Aurora sempre dizia que só estava "colocando as coisas em ordem". Eu acreditei, ou fingi acreditar, porque era mais fácil viver assim. Mas quando a vi com a mão no cofrinho do meu irmão, Pedro, o frio na barriga era familiar demais. Ela roubava, sempre roubava, desde sabonetes a talheres, disfarçando tudo com um sorriso e desculpas esfarrapadas. Naquela vida, eu cedia, engolia em seco, comprava dois sabonetes para um ser "roubado", só para ter paz. Até que, no evento beneficente da escola de futebol de Pedro, tudo desmoronou. As chuteiras autografadas, o prêmio maior, foram roubadas. E magicamente, apareceram na mochila de Pedro. Dona Aurora, com seu choro forçado, me acusou na frente de todos. Meu noivo, Marcos, com sua conveniência, escolheu o lado dela, o lado "lógico". A humilhação foi pública. Pedro chorou até dormir na delegacia ao meu lado. Perdi meu emprego, meu noivo, e meu irmão perdeu seu sonho. A dor, a injustiça, eram insuportáveis, me levaram a um acidente fatal. Mas abri os olhos novamente, de volta à minha cama, ao cheiro de café, e à data. Três semanas antes do evento beneficente. Não foi um sonho. Foi uma segunda chance. E desta vez, a fúria me guiaria. Eles me tiraram tudo na outra vida. Nesta, eu tiraria tudo deles. Eu não só evitaria o desastre. Eu seria o desastre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10