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Renascida para Amar e Vingar

Capítulo 4 

Palavras: 861    |    Lançado em: 03/07/2025

a Aurora mal olhava na minha cara, e quando o fazia, era com um ressentimento mal d

reparava o café da manhã. Minha normalidade os deixava desconfor

mercado. Ela colocou várias sacolas na

el!", ela anunciou, tirando um liquidificador novo da cai

e toalhas novo, um perfume

perfume. Era

sado o dinheiro que eu deixava para as despesas da casa para compra

vez, e

ora tem um ótimo gosto. A casa est

com a minha reação.

oube aproveitar

a fiscal que estava grampeada em uma das sac

egar a nota

querida. Eu

senhora já fez tanto

o liquidificador, a batedeira, o jogo de toalhas e os sapatos. O p

las, junto com a nota fiscal, e

staria de devolve

erificou a no

? A senhora quer o crédito na

ro de volta, por favor

e cinquenta e quatro reais. O valor exato que

ei o dinheiro no meu qua

voltou, cantarolando. Ela

as coisas qu

a porta, sec

oisas,

or, a batede- a

cara de

m. Eu d

dela se

r quê? Eu compr

essenciais. O dinheiro vai fazer mais falta para comprar comida e pagar as contas d

contra ela mesma. "Pre

ras. Seu rosto fico

o direito! O d

ro da casa. Aquele que eu de

mas eu ia repor! Era u

ido. O dinheiro voltou para o envelope. Nã

ar a louça. Eu podia sentir o olha

"primeira vida". Ligar toda noite antes de dormir.

or. Tud

m uma voz levemente cansad

teceu?", el

minha

não precisávamos com o dinheiro da casa. Eu tive que devolver tudo.

mo se estivesse s

render, Marcos. Pelo Pedro. Mas às ve

ro de Marcos. O mesmo suspiro d

sua tia é. Tente ter um

Juro que tento. Mas

. Deixa pra lá. Amanhã eu ligo pra el

amor. O

le ligaria para ela, diria algo como "Tia, a Lívia está muito estressada, vamos tentar evi

do exatamente o

avando a p

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Renascida para Amar e Vingar
Renascida para Amar e Vingar
“Dona Aurora sempre dizia que só estava "colocando as coisas em ordem". Eu acreditei, ou fingi acreditar, porque era mais fácil viver assim. Mas quando a vi com a mão no cofrinho do meu irmão, Pedro, o frio na barriga era familiar demais. Ela roubava, sempre roubava, desde sabonetes a talheres, disfarçando tudo com um sorriso e desculpas esfarrapadas. Naquela vida, eu cedia, engolia em seco, comprava dois sabonetes para um ser "roubado", só para ter paz. Até que, no evento beneficente da escola de futebol de Pedro, tudo desmoronou. As chuteiras autografadas, o prêmio maior, foram roubadas. E magicamente, apareceram na mochila de Pedro. Dona Aurora, com seu choro forçado, me acusou na frente de todos. Meu noivo, Marcos, com sua conveniência, escolheu o lado dela, o lado "lógico". A humilhação foi pública. Pedro chorou até dormir na delegacia ao meu lado. Perdi meu emprego, meu noivo, e meu irmão perdeu seu sonho. A dor, a injustiça, eram insuportáveis, me levaram a um acidente fatal. Mas abri os olhos novamente, de volta à minha cama, ao cheiro de café, e à data. Três semanas antes do evento beneficente. Não foi um sonho. Foi uma segunda chance. E desta vez, a fúria me guiaria. Eles me tiraram tudo na outra vida. Nesta, eu tiraria tudo deles. Eu não só evitaria o desastre. Eu seria o desastre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10