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Renascida para Amar e Vingar

Capítulo 3 

Palavras: 861    |    Lançado em: 03/07/2025

foi pública

m. Os pais puxavam seus filhos para longe de P

, com o rosto fechad

ada. Decepcionada. Nó

tei ex

oi minha tia!

desesperada, h

cabeça, com pena no olhar.

arrasada com a vergonha. Por fa

meu noivo. Eu

precisa acre

e eu nunca tinha visto. Seus o

s e colocou na mochila do seu irmão na frente de duzentas pessoas? Ou que você,

negável para qualquer um qu

huteiras com vocês

se estivesse se distanciando de mim, me col

os para a delegacia em um carro de polícia. Passei pela minha tia e meu avô. Ela estava sendo amp

acia, respondendo perguntas. Pedro choro

manhã, mas o dano

ssos nomes, mas a descrição era inconfundível. "Irmã mais velh

mos ter nossa reputação associada a... isso", di

bviamente, estava fora de questão. Ele parou de sair do quarto. P

arc

nosso noivado

que não tem moral, Lívia. Meus pais estão ho

ragem de me encon

sozinha.

gado que não conseguiu fazer nada. A palavra de uma

ura. Eu mal comia. A única coisa que me mantinha de pé era a ne

verno mais long

Uma tempestade terrível

e aceitou. Estava exausta, encharcada. A imagem do rosto de Pedro, pálido e sem vida, não saía da minha cabeça. A voz de

ustiça era um peso ins

ia que tud

a cortina de água. Eu não vi o caminhão

to. Um barulho ensurdecedor de metal

io abenço

ntã

aco

entrava pela janela. O cheiro

a viva.

o calendári

ra o evento beneficente

nho. Foi uma

rreu meu corpo. M

a fúria pura, ge

a meus olhos, mas algo neles havia mudado. A inocência, o medo, a vontad

foi uma prome

reputação, meu amor, meu fut

eu tiraria

suas mãos ágeis e

cega que permitiu que o ma

s valiosa de todas: quando você mais precisa de

. Todos ele

apenas evita

e tornar

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Renascida para Amar e Vingar
Renascida para Amar e Vingar
“Dona Aurora sempre dizia que só estava "colocando as coisas em ordem". Eu acreditei, ou fingi acreditar, porque era mais fácil viver assim. Mas quando a vi com a mão no cofrinho do meu irmão, Pedro, o frio na barriga era familiar demais. Ela roubava, sempre roubava, desde sabonetes a talheres, disfarçando tudo com um sorriso e desculpas esfarrapadas. Naquela vida, eu cedia, engolia em seco, comprava dois sabonetes para um ser "roubado", só para ter paz. Até que, no evento beneficente da escola de futebol de Pedro, tudo desmoronou. As chuteiras autografadas, o prêmio maior, foram roubadas. E magicamente, apareceram na mochila de Pedro. Dona Aurora, com seu choro forçado, me acusou na frente de todos. Meu noivo, Marcos, com sua conveniência, escolheu o lado dela, o lado "lógico". A humilhação foi pública. Pedro chorou até dormir na delegacia ao meu lado. Perdi meu emprego, meu noivo, e meu irmão perdeu seu sonho. A dor, a injustiça, eram insuportáveis, me levaram a um acidente fatal. Mas abri os olhos novamente, de volta à minha cama, ao cheiro de café, e à data. Três semanas antes do evento beneficente. Não foi um sonho. Foi uma segunda chance. E desta vez, a fúria me guiaria. Eles me tiraram tudo na outra vida. Nesta, eu tiraria tudo deles. Eu não só evitaria o desastre. Eu seria o desastre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10