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Farsa Revelada, Destino Resgatado

Capítulo 4 

Palavras: 895    |    Lançado em: 04/07/2025

aquela tarde para buscar suas abotoaduras. Ele as aceitou com um ace

enas controle seus ne

s que ele foi embora, ela rolou a cadeira de rodas até m

a disse, apontando para um p

de esperança idiota surgi

ara o corte com preocupação. Ela começou a tirar um minúsculo caco d

e machucar, quem vai cuidar de mim?", ela

um recurso. E um recurso danificado era inútil. E

ora termine

e trabalhava para Ana Clara há anos e era

você arrumar suas coisas", dis

ê? Po

de um quarto de hóspedes adequado. A senhora Ana Clara

rdar tralhas velhas. Eu estava sendo expulso do meu próprio quarto, mar

eu disse,

as que restavam. No fundo de uma gaveta, encontrei uma foto antiga. Era de mim e dela, tirada logo depois que meus pais

cama velha e um colchão manchado. Sentei-me na cama e olhei para a foto. Para

o. O papel pegou fogo lentamente, a imagem de nós dois se contorcendo e escurecendo. Primeiro o meu ro

ia do nosso passado até virar pó. Não havia mais amor.

iário na TV anunciava uma grande tempestade para a

eiro estarão esperando por você em um armário na rodoviária. A

pestade. Parec

l. Era o dia do acerto de contas dela. O 99º "castigo", como ela provavelmente contaria mais tarde para Lúcia. Eu não sabia o que era, mas sabi

na Clara se encontrou com Lúcia. Ela estava

noite", disse Ana Clara, tom

r aqueles caras... eles não são boa ge

ando arrogante, desafiador. Ele precisa ser quebrado. Precisa se lembrar de quem manda.

um sorriso f

rmácia 24 horas. Ele irá. Ele sempre vai. E quando ele estiver lá, seus novos amigos estarão esper

eceu, mexend

na... Isso par

omigo. Isso é justiça. E depois de hoje, ele será o cachorrinho obedi

vitória, sem saber que aquela seria a última

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Farsa Revelada, Destino Resgatado
Farsa Revelada, Destino Resgatado
“Minha vida era um sacrifício. Desde os dezessete, após a tragédia que a deixou paraplégica, dediquei cada suspiro à minha tia amada, Ana Clara. Abandonei meu sonho de ser jogador de futebol, transformando-me em seu cuidador, sua sombra, seu mundo – ou assim eu pensava. Mas naquela noite chuvosa, parado na porta entreaberta do quarto dela, um sussurro gelou meu sangue: "Você não acha que já foi longe demais, Ana? O garoto largou a vida dele por você." A risada dela, clara e sem remorso, foi a resposta: "Ele estragou a minha vida. Ele merece cada segundo disso." Foi a voz da melhor amiga dela, Lúcia, que dilacerou minha alma: "Mas, Ana, fingir uma paraplegia? Contratar um médico falso?" Meu amado mundo desabou ao ouvir a confissão de Ana Clara: "Ele me deve isso. Ele me devia uma vida com o Ricardo, agora ele me paga com a vida dele. É justo." A bandeja de sopa caiu, o barulho abafado pelo som do meu coração se partindo em mil pedaços. Eu a encarei, a mulher que um dia idolatrei, vendo agora a crueldade fria em seus olhos. Cinco anos roubados, sonhos esmagados, uma devoção pura usada para me torturar por um rancor mesquinho. A dor era insuportável, um buraco negro de ódio se abrindo no meu peito. Mas naqueles escombros, uma nova determinação nasceu: a vingança dela durou cinco anos, a minha estava apenas começando. Eu menti que tropecei, limpando os cacos do prato e da minha dignidade, enquanto uma certeza ardente me guiava: eu escaparia e a faria pagar. Naquela mesma noite, fui mais uma vez humilhado por ela e seu amante, Ricardo, mas o sofrimento só fortaleceu meu plano. Cada passo para longe daquele hotel era um passo rumo à liberdade. Com a ajuda da minha tia Patrícia, planejei minha fuga, uma nova vida longe das garras de Ana Clara. Eu faria a farsa dela se tornar a sua mais cruel realidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10