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A Mulher Esquecida

Capítulo 4 

Palavras: 845    |    Lançado em: 04/07/2025

u pneus na entrada da garagem e Ricardo apareceu no jardim, seu rosto estava vermelho de raiva e álcool da

l retorcido e Sofia de pé ao lado,

eção dela, "Você volta dos mortos e a primeira coisa que

a a pequena figura de Cl

marreta, que caiu com um baqu

ixa e perigosa, "Você está preocupado com um pedaço de

as em seus olhos não havia compaixão, apenas ir

um pouco suja, e daí?

stura se quebrando, "Faminta, machucada, apavorada! Enqu

ressão de genuína confusão, como se a acusação fo

Patrícia me disse que Clara estava dormindo

trou em cena, lágrimas brotando

o nos separar! Eu nunca faria mal a Clara, eu a amo como se fosse minha. Essa mulher... ela

carada, tão vil, que

ou um pingo de coragem, ela se levantou sobr

a voz fraca, "Tia Patrícia

ez assustadora, ele se desvencilhou de Patrícia e deu um tapa forte

e do que pela força do golpe, com a

do de fúria, "Não ouse mentir para mim! Peça desculpas à sua tia Patr

a própria filha para defender uma mentira, ela olhou para o rosto choroso de Clara, para a expressão triunfante e m

ade era inconveniente, ela mancharia sua nova vida perfeita, era mais fá

ritou novamente para a c

ntre Ricardo e Clara, um escud

novo", disse Sofia, com uma cal

, o desprezo em s

recem", ele cuspiu,

sua filha chorando no chão, e passou o

las estraguem nossa noite. Eu vou te lev

deixando Sofia sozinha no jardim escuro com a filha quebrada, o som dos sol

avemente, ela não tinha palavras de consolo, o que se pode diz

para Sofia com olhos cheios de uma do

ha vermelha latejando, "Eu fui má?

naquele momento, ela soube que não havia redenção para Ricardo, não havia esperança, não havia nada a s

-

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A Mulher Esquecida
A Mulher Esquecida
“A festa de gala borbulhava, copos tilintavam e sorrisos falsos adornavam os lábios, mas para Sofia, esposa do magnata da construção Ricardo, tudo era um borrão distante e abafado. Seus olhos fixavam-se em Patrícia, a "musa inspiradora" de seu marido, cujo abraço possessivo em público era um golpe em seu já combalido coração. Todos os olhos estavam neles, e não nela. Naquela noite fatídica, no estacionamento subterrâneo, o terror se instalou quando homens mascarados os cercaram. "O dinheiro ou sua esposa", rosnou um deles. Sofia olhava para Ricardo, um fio tênue de esperança em seu peito partido, afinal, era sua esposa, mãe de sua filha. Mas a decisão dele foi brutal e instantânea: "Levem-na!", ele gritou, empurrando-a para os sequestradores, priorizando Patrícia e seu filho ilegítimo. Abandonada por um ano em um porão úmido, Sofia sobreviveu a torturas físicas e psicológicas. "Seu marido disse que você não vale o resgate", zombavam seus captores. A esperança deu lugar a uma raiva fria e uma sede inabalável de viver. Quando a oportunidade surgiu e ela escapou, o que encontrou não foi um lar em luto, mas uma festa, o batizado do segundo filho de Ricardo com Patrícia, e sua própria filha, Clara, de seis anos, trancada em um canil sujo no escuro. A inocência quebrada de Clara, os hematomas em seu corpo frágil e a confissão "A tia Patrícia disse que o papai não gosta de meninas más", foram a fagulha final. Naquele instante, a esposa submissa morreu. Emergiu uma mãe, sem nada a perder, com uma única certeza avassaladora: ela destruiria Ricardo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10