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A Mulher Esquecida

Capítulo 2 

Palavras: 871    |    Lançado em: 04/07/2025

ada leal foi usado para se recuperar minimamente e planejar seu próximo passo, ela não voltaria com

a correu pela alta sociedade como fogo em palha seca, a viúva de luto mal fora decla

idez de seu rosto, ela não usou maquiagem, as olheiras profundas e as cicat

u como uma onda, a música parou, as conversas morreram, as cabeças se viraram. Ricardo e

sua mão e bateu no chão com um barulho metálico que ecoou no silê

surrou, a palavra

ulação, reagiu instantaneamente, ela soltou um pequeno grito e se agarrou

suficiente para que todos ouvissem, "Ela... ela se par

ar, endureceu, seu choque se transformou em irritação e depois em fúria. Como essa mul

entre os convidados, co

, é a Sof

ava morta? Seque

la... parece

usa' era verdade o temp

marido de coração partido encontrando consolo nos braços da

ensificou seu teatro, lágrimas brotaram de s

e tudo o que passamos... ela volta do túmulo para nos asso

fingindo uma fraqu

fez sua escolha, ele abraçou Patrícia, protegen

voz alta, para todo o salão ouvir, "Ela me deu força, me deu um novo motivo para viver, m

do arrancado de seus pulmões, ele não estava apenas negando-a, estava ap

iro aniversário de casamento, ele havia dito que era tão único quanto o amor deles. Mas agora, o design original havia sido alterado, pequenas esmeraldas, a ped

suportou, foi a prova final e inegável de que ela havia sido completamente e totalmente substi

do, um antigo sócio de

stá acontecendo?

omem, seus olhos estavam fixos em

m seu caixão, "Minha noiva é Patrícia. A mãe do meu filho. O futuro da minha família. Se

ora", uma louca a ser removida para que a festa pudesse continuar. Ela não resistiu, ela os deixou agarrar seus braros, mas antes de ser arrastada para fora

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A Mulher Esquecida
A Mulher Esquecida
“A festa de gala borbulhava, copos tilintavam e sorrisos falsos adornavam os lábios, mas para Sofia, esposa do magnata da construção Ricardo, tudo era um borrão distante e abafado. Seus olhos fixavam-se em Patrícia, a "musa inspiradora" de seu marido, cujo abraço possessivo em público era um golpe em seu já combalido coração. Todos os olhos estavam neles, e não nela. Naquela noite fatídica, no estacionamento subterrâneo, o terror se instalou quando homens mascarados os cercaram. "O dinheiro ou sua esposa", rosnou um deles. Sofia olhava para Ricardo, um fio tênue de esperança em seu peito partido, afinal, era sua esposa, mãe de sua filha. Mas a decisão dele foi brutal e instantânea: "Levem-na!", ele gritou, empurrando-a para os sequestradores, priorizando Patrícia e seu filho ilegítimo. Abandonada por um ano em um porão úmido, Sofia sobreviveu a torturas físicas e psicológicas. "Seu marido disse que você não vale o resgate", zombavam seus captores. A esperança deu lugar a uma raiva fria e uma sede inabalável de viver. Quando a oportunidade surgiu e ela escapou, o que encontrou não foi um lar em luto, mas uma festa, o batizado do segundo filho de Ricardo com Patrícia, e sua própria filha, Clara, de seis anos, trancada em um canil sujo no escuro. A inocência quebrada de Clara, os hematomas em seu corpo frágil e a confissão "A tia Patrícia disse que o papai não gosta de meninas más", foram a fagulha final. Naquele instante, a esposa submissa morreu. Emergiu uma mãe, sem nada a perder, com uma única certeza avassaladora: ela destruiria Ricardo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10