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A Vingança da Bailarina Esquecida

A Vingança da Bailarina Esquecida

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Introdução 

Palavras: 365    |    Lançado em: 07/07/2025

ari Silva, bailava para o meu futuro, sob o olhar de L

ha prima, sempre presente,

. E, numa onda quente e líquida, a bolsa estourou. Gritos, pânico, e Lucas c

em trabalho de par

ava, ouvi Lucas: "Calma, Joana, estou chegando. Já estou no

ou em outra maca, gemendo. Lucas me soltou, agarrou o anestesista:

guenta. Ela sempre quis parto normal, para não estragar o corpo de

ceu. Meu marido, com poder e influência, me abando

enina. Ela é pequena, mas está lutando." A voz do Dr. Pe

caro que você comprou. O Léo precisa para se aquecer. Nossa filha nem

tentou apagar a existência da minha filha, pedac

io me invadiu. Lucas, o jogador, se vangloriava de me ter "entendido". Mal sabia e

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A Vingança da Bailarina Esquecida
A Vingança da Bailarina Esquecida
“O samba ecoava no salão, minha vida, minha arte. Eu, Mari Silva, bailava para o meu futuro, sob o olhar de Lucas, meu marido jogador, acreditando no conto de fadas. Mas a sombra de Joana, minha prima, sempre presente, escondeu a cruel realidade. Num salto, o chão me traiu. Um estalo seco, a dor lancinante, o osso exposto. E, numa onda quente e líquida, a bolsa estourou. Gritos, pânico, e Lucas correndo – mas seus olhos desviaram. Joana também sentia dor, a mão na barriga. "Ela também entrou em trabalho de parto!" , alguém gritou. No hospital, em meio a contrações e a fratura que me dilacerava, ouvi Lucas: "Calma, Joana, estou chegando. Já estou no hospital. Fica calma, meu amor." Meu amor? Ele falava com ela. Médicos corriam, o bebê pélvico, minha cirurgia urgente. Joana passou em outra maca, gemendo. Lucas me soltou, agarrou o anestesista: "Doutor, ajude minha prima! Ela é mais frágil. Atenda ela primeiro." Minha dor física era nada perto da traição. "A Mari é forte, ela aguenta. Ela sempre quis parto normal, para não estragar o corpo de dançarina. Faça o parto da Joana." Ele usou meu desejo contra mim. Ele fez uma ligação, e o diretor do hospital apareceu. Meu marido, com poder e influência, me abandonou ali, sangrando, com meu filho lutando pela vida. Eu flutuava no vazio. "Seu bebê precisa de você. É uma menina. Ela é pequena, mas está lutando." A voz do Dr. Pedro me trouxe de volta. Minha filha Luz. Nós sobrevivemos. Mas a crueldade não tinha fim. Lucas ligou, animado: "Peguei o enxoval caro que você comprou. O Léo precisa para se aquecer. Nossa filha nem vai poder usar agora, ela está cheia de tubos. E o Léo precisava mais." O ar sumiu dos meus pulmões. Não só me abandonou, tentou apagar a existência da minha filha, pedacinho por pedacinho. A dor da traição era um abismo. Um grito rasgou minha garganta. "Ele não podia! Ele não podia!" O ódio puro e frio me invadiu. Lucas, o jogador, se vangloriava de me ter "entendido". Mal sabia ele que um plano vil seria sua ruína. Eu não seria a vítima. Eu seria a tempestade.”
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