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Do Sequestro ao Romance Ardente

Capítulo 1 

Palavras: 756    |    Lançado em: 08/07/2025

orão abandonado, o único som era a respir

ndo forte contra as costelas, um tambor de g

deira de madeira r

questradora, você

tuação, era carregada de um tédio

a qui

mais fraca do q

m som seco

" ele perguntou, ig

o é da su

a aqui tá machucando meu pulso. Você não tinha uma

ade pintavam. Eu o conhecia de vista, da confeitaria onde eu trabalhava. Ele sempre entrava, compr

eu refém. Minha

foto de Sofia, minha irmã. Ela sorria, mas seus olhos já mostravam o cansaço da doe

e distância, mas que, para o pai dele, o

. Meus dedos eram feitos para decorar com glacê, não para amarrar nós. Mas o desesp

ando injetar firmeza na minha voz. "Seu p

Aquele homem é mais pão-duro que o Tio Patinha

Ficou rápida, ofegante. O peito dele

tei, dando um passo à fre

os arregalados de pânico. "Esse lugar... tá m

o sobre elas. Eu vi minha irmã passar por isso algumas veze

estrei um play

e o plano exigia. Mas meu corpo agiu por instinto. Corri até a pequena co

uidado, como se ele fos

i, be

le bebeu em goles desesperados,

suave, a mesma que eu usava com Sofia. "Puxa

repetindo as instruções, até que o ritmo de sua respiração começou a vo

recido, substituído por algo que eu não

ele murmurou

s. O que eu estava fazendo? Eu era a sequestrado

arrogante voltando aos poucos,

"Você faz isso sempre? Sequestra as pessoas

as voltei para o meu

o tempo. O silêncio se este

mas desta vez, não havia zombaria em sua voz. Era uma constatação

osse a única forma de eu conseguir sair de

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Do Sequestro ao Romance Ardente
Do Sequestro ao Romance Ardente
“Minha vida era simples, feita de farinha, açúcar e o sorriso da minha irmã Sofia. Mas o sorriso dela estava murchando, levado por uma doença que exigia um tratamento caríssimo, um valor que, para a nossa realidade, era um universo de distância. Eu estava desesperada, sem ter a quem recorrer, vendo a vida de Sofia escorrer entre os meus dedos. Foi então que a loucura me pegou: eu, uma confeiteira, sequestraria Pedro Almeida, o "Playboy do Café" , filho do homem mais rico da cidade. Eu só queria o dinheiro para salvar Sofia, mas me tornei a pior sequestradora do mundo. Eu não era uma criminosa; meus dedos eram feitos para decorar bolos, não para amarrar nós. Ele, um refém mimado e com um tédio irritante, zombava da minha inexperiência, chamando minhas cordas de "ruins" . Minha primeira ligação pedindo resgate foi um desastre: o pai de Pedro, o Coronel Almeida, desligou na minha cara, achando que trezentos e cinquenta mil reais era "troco de adubo" . Humilhada, eu desabei, sentindo o peso da minha incompetência me esmagar. Mas, para minha surpresa, Pedro, o refém, não riu da minha desgraça; ele me ofereceu um pacto: "Eu sou seu consultor de crimes. Meu valor de mercado é muito maior que essa mixaria. Isso é ofensivo" . Incrível, não? Um playboy preocupado com seu preço no sequestro! A cada dia, a linha entre nós ficava mais tênue: ele me ensinava a ser uma sequestradora "melhor" , eu cuidava das crises de ansiedade que revelavam as rachaduras por trás da sua fachada arrogante. Eu sabia que as consequências seriam terríveis, mas ele precisava de ajuda. O pior pesadelo se tornou realidade quando meu amigo de infância, João, que eu tanto confiava, invadiu nosso esconderijo, seduzido pela ganância. Ele e seu capanga, Tonhão, só queriam uma parte do resgate, e em meio ao caos, Pedro se jogou na minha frente para me proteger e acabou com a perna quebrada. Caído no chão, ensanguentado, ele sussurrou: "Não é sua culpa" . Dr. Ricardo, o médico que eu chamei desesperadamente para socorrer Pedro, chegou e viu a cena: o porão, o refém ferido, eu em prantos. Ele sabia. Em um ato de autoconservação e amor inesperado, Pedro, prestes a ser levado para a cirurgia, olhou para os pais, para os seguranças, para o policial, e disse: "Ela me encontrou ferida na estrada. Ela salvou minha vida" . Ele me salvou. Dias depois, um recibo chegou: a conta do tratamento de Sofia, totalmente paga. No hospital, Pedro, com a perna engessada, sorriu e confessou: "Eu acho que estou apaixonado pela pior sequestradora do mundo" . Eu, uma confeiteira que virou sequestradora por amor à irmã, e ele, o playboy refém que me ensinou a ser criminosa, prometemos um ao outro muitos bolos de chocolate e uma vida juntos. É uma promessa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10