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Do Sequestro ao Romance Ardente

Capítulo 2 

Palavras: 831    |    Lançado em: 08/07/2025

ligação foi

emiam tanto que quase deixei o aparelho cair. Do outro lado da linha, a voz do pai d

Quem

o," gaguejei, a voz robótica

uma

da

? Ele foi sequestrado!

uan

a hora. "Trezentos e

tão longo que achei qu

em sua voz era palpável. "Você sequestra o meu filh

desl

nha morta ecoando no porão. Eu me senti

Não era uma risada alta, mas um som baixo, de

tos e cinquenta mil. Ele achou que era um trote. Provavelm

r, queria bater em alguma coisa, mas tudo que co

agora?" sussurr

Pedro, com uma naturalidade assustadora. "D

ncrédula. "Não existe 'a g

tentando te ajudar. Pense em mim como um... consultor de crimes. Meu

de que até mesmo em um sequestro, ele se preocupava com o seu

ajudaria?" perg

o de ombros. "E porque, se meu pai pagar pouco, meu status social vai lá pra baixo.

Com um suspiro de derrota, peguei a faca que usava para cortar frutas e m

ndo os braços e as pern

que meu sangue não

, examinando o lugar

. "Não vamos mais ligar. Ligações são rastreáveis e amadoras

el e uma caneta que eu tin

elhor. Dois milhões. E não peça em dinheiro. Peça em diam

jando uma festa de aniversário, não o próprio resgate. Ele me instruiu sobre as pala

'se a polícia for envolvida, as consequências

e que parecia saída de um filme. Era a

amos entregar i

da capela no centro da cidade. É neutro, poétic

u entre nós. Eu o observava, tentando entender o que se passava e

em um colchão velho no canto e fechei os

do hospital. Mas toda vez que eu digitava o número da conta, os dígitos se embaralhavam, se transformavam e

scuro e silencioso, exceto pela respiração calma de Pedro

de que, mesmo com a ajuda do meu refém, eu

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Do Sequestro ao Romance Ardente
Do Sequestro ao Romance Ardente
“Minha vida era simples, feita de farinha, açúcar e o sorriso da minha irmã Sofia. Mas o sorriso dela estava murchando, levado por uma doença que exigia um tratamento caríssimo, um valor que, para a nossa realidade, era um universo de distância. Eu estava desesperada, sem ter a quem recorrer, vendo a vida de Sofia escorrer entre os meus dedos. Foi então que a loucura me pegou: eu, uma confeiteira, sequestraria Pedro Almeida, o "Playboy do Café" , filho do homem mais rico da cidade. Eu só queria o dinheiro para salvar Sofia, mas me tornei a pior sequestradora do mundo. Eu não era uma criminosa; meus dedos eram feitos para decorar bolos, não para amarrar nós. Ele, um refém mimado e com um tédio irritante, zombava da minha inexperiência, chamando minhas cordas de "ruins" . Minha primeira ligação pedindo resgate foi um desastre: o pai de Pedro, o Coronel Almeida, desligou na minha cara, achando que trezentos e cinquenta mil reais era "troco de adubo" . Humilhada, eu desabei, sentindo o peso da minha incompetência me esmagar. Mas, para minha surpresa, Pedro, o refém, não riu da minha desgraça; ele me ofereceu um pacto: "Eu sou seu consultor de crimes. Meu valor de mercado é muito maior que essa mixaria. Isso é ofensivo" . Incrível, não? Um playboy preocupado com seu preço no sequestro! A cada dia, a linha entre nós ficava mais tênue: ele me ensinava a ser uma sequestradora "melhor" , eu cuidava das crises de ansiedade que revelavam as rachaduras por trás da sua fachada arrogante. Eu sabia que as consequências seriam terríveis, mas ele precisava de ajuda. O pior pesadelo se tornou realidade quando meu amigo de infância, João, que eu tanto confiava, invadiu nosso esconderijo, seduzido pela ganância. Ele e seu capanga, Tonhão, só queriam uma parte do resgate, e em meio ao caos, Pedro se jogou na minha frente para me proteger e acabou com a perna quebrada. Caído no chão, ensanguentado, ele sussurrou: "Não é sua culpa" . Dr. Ricardo, o médico que eu chamei desesperadamente para socorrer Pedro, chegou e viu a cena: o porão, o refém ferido, eu em prantos. Ele sabia. Em um ato de autoconservação e amor inesperado, Pedro, prestes a ser levado para a cirurgia, olhou para os pais, para os seguranças, para o policial, e disse: "Ela me encontrou ferida na estrada. Ela salvou minha vida" . Ele me salvou. Dias depois, um recibo chegou: a conta do tratamento de Sofia, totalmente paga. No hospital, Pedro, com a perna engessada, sorriu e confessou: "Eu acho que estou apaixonado pela pior sequestradora do mundo" . Eu, uma confeiteira que virou sequestradora por amor à irmã, e ele, o playboy refém que me ensinou a ser criminosa, prometemos um ao outro muitos bolos de chocolate e uma vida juntos. É uma promessa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10