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O Desprezo Virou Triunfo

Capítulo 1 

Palavras: 559    |    Lançado em: 08/07/2025

mas o clima não era de f

a estampada no rosto, distribuindo

artamentos novinhos em folha, lá no c

s mãos, como um rei d

, outro pra mim e pra Ana, um pro meu

esprezo era tão palpável que eu podia

forçada e gritou par

o cachorro! Ai, que dor d

seguida pela da minha cunhada, Ana, q

Seus olhos, que um dia talvez tivessem me olhado c

ro serve pra você morar! Cachorro ainda gua

o dedo em riste

ndade, mas negócios são negócios. Pa

inha cunhada Ana,

com inveja? Inveja não adianta! Deus sabe que você nasceu pra ter uma v

se a sorte deles fosse um fato consumado, uma justiça divina que me excluía por

i meu celular vibrar no bolso. Discretamente, peg

enciar leste de oeste, e já tá se gabando, que engraçado! Pelo amor de Deus

ão sabia que estava prendendo, soltou-se dos meus pulmões. Um calor começ

Pedro. Ele enviou apenas um emoji: um bonequinho

moji, uma f

conto com a minha pat

u o forcei para baixo, mordendo o interior da bochecha. D

s ainda me fuzilavam com os olhos, esperando

ora planejando as cores das pare

ir? A

arem para ver o q

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O Desprezo Virou Triunfo
O Desprezo Virou Triunfo
“Minha família estava reunida, mas o cheiro no ar não era de festa, era de pura ganância. João, meu irmão, gesticulava como um rei distribuindo seu império, prometendo quatro apartamentos novinhos após a demolição. "Um pra mãe, claro, outro pra mim e pra Ana, um pro Joãozinho, e o último... que fique para o cachorro!" Seus olhos pararam em mim, Maria. O desprezo era tão palpável que quase podia sentir o gosto amargo na boca. Ana, minha cunhada, e minha mãe, Dona Clara, me olhavam como um inseto. "Tá olhando o quê, Maria? Nem para o cachorro serve pra você morar!", Dona Clara cuspiu, seu dedo em riste. "Inveja não adianta! Deus sabe que você nasceu pra ter uma vida miserável!", Ana emendou. Eu permanecia em silêncio, sentindo o peso daquelas palavras. Foi quando meu celular vibrou. Uma mensagem de Sofia, minha filha, revelava a verdade chocante: a casa a ser demolida era a minha, e os apartamentos, meus por direito. Meu coração deu um salto. O ar que eu não sabia que estava prendendo, soltou-se dos meus pulmões. Um calor familiar começou a subir pelo meu peito, uma sensação que eu não sentia há muito tempo. Meu marido, Pedro, enviou apenas um emoji: um bonequinho relaxando numa cadeira de praia. E uma frase: "De agora em diante, conto com a minha patroa para me sustentar~" Olhei para minha família, ainda me fuzilando com os olhos, esperando uma reação. Demolir? Ah, sim. Deixem eles esperarem para ver o que seria demolido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10