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O Desprezo Virou Triunfo

Capítulo 4 

Palavras: 805    |    Lançado em: 08/07/2025

grife, demos de cara com a Tia Fátima. Ela era uma vizinha antiga, u

se, me abraçando com um carinho genuíno que eu raramente rec

perguntar", respondi, sentindo um alívio m

a, você não viu quem está aqui? O meu fi

om o nariz empinado, e para o carro novo

a. "A Maria me contou que vocês estão indo m

ogio para mim, mas para minh

para que apenas eu e Tia Fátima ouvíssemos. "Ela não fez nada pela gente. Só deu trabalh

s compras de supermercado que eu fazia escondido para que ela não passasse necessidade, dos remédios que eu comp

endo o clima, tent

nização é boa. Eu só não entendi uma coisa. O aviso que eu vi na associação de mo

iu pesado com

lampejo de pânico em seus olhos. Ela s

Leste? Oeste? O Joãozinho

es fosse desmoronar antes da hora. Eu precisava que eles continuassem

orgulhoso demais para

esdém. "O meu filho sabe ler, não é analfabeto. Ele me mostrou

eção à loja de luxo, deixando T

ás, para Tia Fátima, com o rosto cheio de incerteza. Mas um olhar fu

João pegou o celular e ligo

de bobeira. O aviso da demolição, era a noss

o soou do outro lado

zes! Que saco! Eu vi o nosso númer

one e sorrindo para Ana. "Coisa da sua ca

s eu vi que a semente da

i meu celular. Uma n

casa de vocês era o 123. O problema é que o número da nossa casa também é 123, só que do lado LESTE. Ele nem se d

às vezes, tinha um s

to de João e Ana na frente do carro novo. A legenda: "O começo de uma

alguns poucos questionando de onde t

rti a

simples: "Parabéns,

lso, e eu estava apenas entregando os pre

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O Desprezo Virou Triunfo
O Desprezo Virou Triunfo
“Minha família estava reunida, mas o cheiro no ar não era de festa, era de pura ganância. João, meu irmão, gesticulava como um rei distribuindo seu império, prometendo quatro apartamentos novinhos após a demolição. "Um pra mãe, claro, outro pra mim e pra Ana, um pro Joãozinho, e o último... que fique para o cachorro!" Seus olhos pararam em mim, Maria. O desprezo era tão palpável que quase podia sentir o gosto amargo na boca. Ana, minha cunhada, e minha mãe, Dona Clara, me olhavam como um inseto. "Tá olhando o quê, Maria? Nem para o cachorro serve pra você morar!", Dona Clara cuspiu, seu dedo em riste. "Inveja não adianta! Deus sabe que você nasceu pra ter uma vida miserável!", Ana emendou. Eu permanecia em silêncio, sentindo o peso daquelas palavras. Foi quando meu celular vibrou. Uma mensagem de Sofia, minha filha, revelava a verdade chocante: a casa a ser demolida era a minha, e os apartamentos, meus por direito. Meu coração deu um salto. O ar que eu não sabia que estava prendendo, soltou-se dos meus pulmões. Um calor familiar começou a subir pelo meu peito, uma sensação que eu não sentia há muito tempo. Meu marido, Pedro, enviou apenas um emoji: um bonequinho relaxando numa cadeira de praia. E uma frase: "De agora em diante, conto com a minha patroa para me sustentar~" Olhei para minha família, ainda me fuzilando com os olhos, esperando uma reação. Demolir? Ah, sim. Deixem eles esperarem para ver o que seria demolido.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10