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O Desprezo Virou Triunfo

Capítulo 2 

Palavras: 666    |    Lançado em: 08/07/2025

arada com essa cara de enterro?",

ombro, com o nariz empinado. Era a sua pose de superioridade, a mesma

de compaixão que me revirava o estômago. "A coitada não tem

para mim, e a

mo o João. Homem trabalhador, que vai cuidar da mãe na velhi

pedir nada. Eu vim porque minha mãe insistiu que era uma "reunião de família important

o dinheiro de vocês. Eu não quero os apartam

meus lábios. Eles não entenderiam. Para

om aquele lá, o Pedro? Um pé-rapado sem eira nem beira. Eu te avisei! Eu disse que você ia se arrepender,

ruir nossa vida do zero, as noites em que eu e Pedro trabalhamos até tarde, sonhando com um futuro melhor. Par

sa em volta do meu coração. Eu olhava para o rosto dela, distorcido

ado com o carro todo remendado, caindo aos pedaços. Dá uma pena! E a Sofia? Tadinha, usando roupa que nem é de marca

ança alguma, apenas a promessa de uma vi

a me atacar, para me diminuir, para garantir que

or último para Ana. Seus rostos brilhavam

sagem de Sofia me deu uma escolha. Eu poderia acabar com a

para

rdão? Isso nunca aconteceria. Eles apenas muda

ã

ssante ver até onde a ganância e a

ssistir ao

vez, com a voz baixa e controlada. "O João

me olharam, surpresos. Tinham esperado lágr

u o peito,

m você entend

equeno sorriso surgindo

entendi pe

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O Desprezo Virou Triunfo
O Desprezo Virou Triunfo
“Minha família estava reunida, mas o cheiro no ar não era de festa, era de pura ganância. João, meu irmão, gesticulava como um rei distribuindo seu império, prometendo quatro apartamentos novinhos após a demolição. "Um pra mãe, claro, outro pra mim e pra Ana, um pro Joãozinho, e o último... que fique para o cachorro!" Seus olhos pararam em mim, Maria. O desprezo era tão palpável que quase podia sentir o gosto amargo na boca. Ana, minha cunhada, e minha mãe, Dona Clara, me olhavam como um inseto. "Tá olhando o quê, Maria? Nem para o cachorro serve pra você morar!", Dona Clara cuspiu, seu dedo em riste. "Inveja não adianta! Deus sabe que você nasceu pra ter uma vida miserável!", Ana emendou. Eu permanecia em silêncio, sentindo o peso daquelas palavras. Foi quando meu celular vibrou. Uma mensagem de Sofia, minha filha, revelava a verdade chocante: a casa a ser demolida era a minha, e os apartamentos, meus por direito. Meu coração deu um salto. O ar que eu não sabia que estava prendendo, soltou-se dos meus pulmões. Um calor familiar começou a subir pelo meu peito, uma sensação que eu não sentia há muito tempo. Meu marido, Pedro, enviou apenas um emoji: um bonequinho relaxando numa cadeira de praia. E uma frase: "De agora em diante, conto com a minha patroa para me sustentar~" Olhei para minha família, ainda me fuzilando com os olhos, esperando uma reação. Demolir? Ah, sim. Deixem eles esperarem para ver o que seria demolido.”
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