icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Entre a Dor e a Verdade

Capítulo 2 

Palavras: 741    |    Lançado em: 08/07/2025

Ela começou a falar, não para mim ou para minha mãe, mas para a audiência de curiosos e jornalista

vinha me ver na boate quase todas as noites. Dizia que eu era a luz dele,

ia deixar... ela." Sofia apontou o queixo na direção da minha mãe, sem sequer lhe da

lgamento se voltando para minha mãe. Eles estavam comprando a história. A narrativa da amante

eci como um empresário rival do meu pai, o Dr. Ricardo, deu

sonante. "Eu mesmo vi os dois juntos várias vezes. Ele

ra estava ali, legitimando a farsa daquela mulher. Era um ataque coordenado. A pressão aument

ndo finalmente explodiu. N

ilencioso. "Você é uma mentirosa! E você," eu me v

A minha explosão era exatamente o que ela

portam a verdade. Não suportam que ele amava outr

seu rosto se contorcendo em

econhecerem, se não me derem o que é meu por direito, e do meu filho, eu vou para a justiça. Vou exigir um teste de DNA. Vou contar a todos

varia que ela estava mentindo, mas o escândalo de exumar o corpo do meu pai para tal procedimento seria uma hum

o agora, no meio desse circo, pareceria um ato de desespero, uma mentira inventada para desacreditar a ama

otegeu a imagem do meu pai com uma lealdade feroz. Eu não podia jogar tudo isso fora por causa de uma golpista. Mas o preço de p

e de proteger o legado do meu pai, a dignidade da minha mãe, pesava sobre mim. Eu estava presa entre a humilhação pública e a revelação de um

Reclame seu bônus no App

Abrir
Entre a Dor e a Verdade
Entre a Dor e a Verdade
“No salão principal, em meio ao cheiro denso de lírios, meu pai, o maior jogador do Brasil, jazia em seu caixão de mogno, uma estátua de cera do que foi. Bem no meio do nosso luto, uma porta se abriu com um estrondo, e uma mulher em um vestido vermelho, excentricamente grávida, irrompeu na mansão. Ela parou ao lado do caixão e, para o horror de todos, anunciou aos berros para o mundo: "Eu sou Sofia, e estou carregando o filho dele!" A humilhação pública era inominável; minha mãe desabou em descrença, enquanto eu sentia um terror gelado: meu pai era estéril, eu sabia porque era adotada! Com uma lâmina e um grito teatral, Sofia forçou o ultimato: "Reconheçam-me ou a verdade sobre a 'esterilidade' de seu pai será revelada no enterro, destruindo-o para sempre!" No cemitério, em um ato inominável de profanação, ela se jogou no túmulo aberto, rasgando as vestes de meu pai para expor uma cicatriz, gritando: "Essa é a prova de que sua mãe o atacou por ciúmes, é por isso que ele a odiava!" A mentira era tão cruel, tão grotesca, que o estuque se formava em minha garganta. No auge do meu desespero, cansada de ser humilhada, enfiei à boca e declarei à multidão e às câmeras: "Essa cicatriz é de uma vasectomia de quando ele tinha 19 anos, meu pai nunca pôde ter filhos, eu sou adotada!" A farsa de Sofia desmoronou, mas o Dr. Ricardo, rival de meu pai, transformou a revelação em um escândalo financeiro chamando meu pai de fraudulento, querendo usurpar nossa fortuna. Quando a situação parecia um novo desastre, o "Padrinho", o respeitado e temido chefe da máfia e padrinho de meu pai, surgiu. Com uma calma assustadora, ele revelou fotos e áudios que provavam que o Dr. Ricardo havia orquestrado tudo, usando um sósia de meu pai para enganar Sofia e roubar seus pertences, tudo para destruir a família. Ali, em meio ao caos, a verdade se tornou minha única arma, encerrando a guerra em nome do meu pai e nos tornando os sobreviventes de uma batalha pela honra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10