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Entre a Dor e a Verdade

Capítulo 3 

Palavras: 792    |    Lançado em: 08/07/2025

os móveis caros e as obras de arte como se estivesse inspecionando sua nova propriedad

gia triste. E eu vou me mudar para o quarto principal, claro. Preciso de espaço para mim e para

nas reivindicando uma herança, estava tentando nos

desdém para a garagem. "Algo seguro para o bebê. Um importado,

os, que por um momento o choque silenciou a todos. Ela não

e eu nascer, não aguentou mais. Lúcia era uma mulher pequena, mas com uma força qu

s?" a voz de Lúcia tremia de fúria contida. "Esta é a cas

a de cima a baixo com

? Volte para a cozinha ante

gabunda!" Lúcia cuspiu as palavras.

xima jogada. Ela abriu a bolsa de grife e tirou alguns objet

tindo?" ela desafiou

quele que ele usava em todas as ocasiões especiais. Ao lado, um isqueiro de prata gravado co

e me deu a foto na semana passada. Disse que queria que eu a guar

am, sem dúvida, os pertences do meu pai. O Dr. Ricardo sorriu disc

são e a dor em seu rosto. Ela reconheceu o relóg

do. Eu peguei os objetos, meu coração batendo forte. O relógio era real. O isqueir

a foto. E fo

lgo estranho. A iluminação no rosto dela não correspondia perfeitamente à iluminação no dele. Havia uma borda quase imperceptível ao

tinha sido roubada do vestiário do clube. Ele lamentou a perda do relógio, que estava dentro. Na época

inha alguns itens genuínos, provavelmente roubados, misturados com uma prova f

o de escárnio em seus lábios, confiante de que suas "provas" tinham selado s

gum lugar, enterrada sob uma camada de engano e oportunismo. E eu sabia, naquele momento, que precisava encontra

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Entre a Dor e a Verdade
Entre a Dor e a Verdade
“No salão principal, em meio ao cheiro denso de lírios, meu pai, o maior jogador do Brasil, jazia em seu caixão de mogno, uma estátua de cera do que foi. Bem no meio do nosso luto, uma porta se abriu com um estrondo, e uma mulher em um vestido vermelho, excentricamente grávida, irrompeu na mansão. Ela parou ao lado do caixão e, para o horror de todos, anunciou aos berros para o mundo: "Eu sou Sofia, e estou carregando o filho dele!" A humilhação pública era inominável; minha mãe desabou em descrença, enquanto eu sentia um terror gelado: meu pai era estéril, eu sabia porque era adotada! Com uma lâmina e um grito teatral, Sofia forçou o ultimato: "Reconheçam-me ou a verdade sobre a 'esterilidade' de seu pai será revelada no enterro, destruindo-o para sempre!" No cemitério, em um ato inominável de profanação, ela se jogou no túmulo aberto, rasgando as vestes de meu pai para expor uma cicatriz, gritando: "Essa é a prova de que sua mãe o atacou por ciúmes, é por isso que ele a odiava!" A mentira era tão cruel, tão grotesca, que o estuque se formava em minha garganta. No auge do meu desespero, cansada de ser humilhada, enfiei à boca e declarei à multidão e às câmeras: "Essa cicatriz é de uma vasectomia de quando ele tinha 19 anos, meu pai nunca pôde ter filhos, eu sou adotada!" A farsa de Sofia desmoronou, mas o Dr. Ricardo, rival de meu pai, transformou a revelação em um escândalo financeiro chamando meu pai de fraudulento, querendo usurpar nossa fortuna. Quando a situação parecia um novo desastre, o "Padrinho", o respeitado e temido chefe da máfia e padrinho de meu pai, surgiu. Com uma calma assustadora, ele revelou fotos e áudios que provavam que o Dr. Ricardo havia orquestrado tudo, usando um sósia de meu pai para enganar Sofia e roubar seus pertences, tudo para destruir a família. Ali, em meio ao caos, a verdade se tornou minha única arma, encerrando a guerra em nome do meu pai e nos tornando os sobreviventes de uma batalha pela honra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10