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Entre a Dor e a Verdade

Capítulo 4 

Palavras: 653    |    Lançado em: 08/07/2025

rmance de martírio. Lágrimas grossas e oleosas começaram a rolar por seu rosto maquiado, d

que estava farto de uma vida de aparências. Farto de um casamento que era apena

mãe, e a falsa tristeza se

amargura envenenou esta casa. Ele disse que você o culpava, que o fazia se sentir menos homem. Mas eu! Eu o fiz se sen

e, que Sofia nem sabia ser a dele, contra minha mãe foi o cúmulo da baixeza. Era uma fac

eus ombros caíram ligeiramente. A força que a sustentara por

da moça", ouvi alguém dizer. "A esposa sempre sabe, não é?" "Imagina o desespero dele, preso em um casamento sem filhos.

ãe, que amou e apoiou meu pai incondicionalmente, que guardou seu seg

se encherem de lágrimas que ela lutava para não

e que eu lutara tanto para manter finalmente se quebran

ão era arrastá-la para fora daquel

itei. "Tirem essa m

que ela esperava. Assim que a toquei, Sofia soltou um grito a

para o ventre em um gesto protetor. "Ela está

ram uma tempestade de luz. O Dr. Ricardo correu para o lado de Sofia,

ra mim. "Atacando uma mulher grá

esenrolou me pintou como a agressora. Eu havia caído na armadilha dela, de cabeça. A fil

acusadores. Ninguém acreditava em mim. Naquele momento, éramos as vilãs da história, e ela, a heroína trágica. A situaçã

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Entre a Dor e a Verdade
Entre a Dor e a Verdade
“No salão principal, em meio ao cheiro denso de lírios, meu pai, o maior jogador do Brasil, jazia em seu caixão de mogno, uma estátua de cera do que foi. Bem no meio do nosso luto, uma porta se abriu com um estrondo, e uma mulher em um vestido vermelho, excentricamente grávida, irrompeu na mansão. Ela parou ao lado do caixão e, para o horror de todos, anunciou aos berros para o mundo: "Eu sou Sofia, e estou carregando o filho dele!" A humilhação pública era inominável; minha mãe desabou em descrença, enquanto eu sentia um terror gelado: meu pai era estéril, eu sabia porque era adotada! Com uma lâmina e um grito teatral, Sofia forçou o ultimato: "Reconheçam-me ou a verdade sobre a 'esterilidade' de seu pai será revelada no enterro, destruindo-o para sempre!" No cemitério, em um ato inominável de profanação, ela se jogou no túmulo aberto, rasgando as vestes de meu pai para expor uma cicatriz, gritando: "Essa é a prova de que sua mãe o atacou por ciúmes, é por isso que ele a odiava!" A mentira era tão cruel, tão grotesca, que o estuque se formava em minha garganta. No auge do meu desespero, cansada de ser humilhada, enfiei à boca e declarei à multidão e às câmeras: "Essa cicatriz é de uma vasectomia de quando ele tinha 19 anos, meu pai nunca pôde ter filhos, eu sou adotada!" A farsa de Sofia desmoronou, mas o Dr. Ricardo, rival de meu pai, transformou a revelação em um escândalo financeiro chamando meu pai de fraudulento, querendo usurpar nossa fortuna. Quando a situação parecia um novo desastre, o "Padrinho", o respeitado e temido chefe da máfia e padrinho de meu pai, surgiu. Com uma calma assustadora, ele revelou fotos e áudios que provavam que o Dr. Ricardo havia orquestrado tudo, usando um sósia de meu pai para enganar Sofia e roubar seus pertences, tudo para destruir a família. Ali, em meio ao caos, a verdade se tornou minha única arma, encerrando a guerra em nome do meu pai e nos tornando os sobreviventes de uma batalha pela honra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10