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Traída no Velório: A Vingança de Duda

Capítulo 2 

Palavras: 587    |    Lançado em: 08/07/2025

e um momento a sós com meu pai, longe dos olhares

rmore simples. Eu coloquei um buquê d

qui. Mas eu vou dar um jeito. Eu prometo que o projeto v

dava uma sensação de paz. Era como se e

ir embora, uma sombra se

ão gelou.

m terno caro, parecendo deslocado naqu

e me procurando", ele disse co

curando, Lucas. Estav

sto com uma expressão que ele pro

momento difícil. E eu p

carei, esperan

ão significa que tudo acabou. Pensei em uma alternativa. A construtora está lançando uma nova linha d

ancelando o noivado; ele estava me oferecendo um emprego de consolação. Ele queria me

rás, criando uma distâ

brigada

, surpreso com a mi

idade incrível. Você teria seu próp

isse

ra de preocupação caiu, reve

superar isso. Nós nos conhecemos desde crian

u fora, Lucas. No dia

vez se perguntando como eu sabia. Ma

uma estilista de favela. Você precisa de mim. E eu vou te

segurar minha mão, mas eu

longe d

ei a andar, meu corpo t

disso, Maria Eduarda!",

passei por duas senhoras da comunidade que estavam cuidando

ina mal esfriou na cova e ele

a com a Duda por causa do prestígio do pai dela. Agora

uma confirmação. O mundo inteiro via Lucas

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Traída no Velório: A Vingança de Duda
Traída no Velório: A Vingança de Duda
“A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.”
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