Traída no Velório: A Vingança de Duda

Traída no Velório: A Vingança de Duda

Du Wu Qin Yang

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Capítulo

A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.

Traída no Velório: A Vingança de Duda Introdução

A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro.

Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos.

Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai."

Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro.

Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando.

Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo.

"Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência."

Meu coração parou.

Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento."

Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios."

Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios".

A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição.

Senti um gosto amargo na boca.

Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo.

Não chorei. Não gritei.

Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada.

"Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento."

Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?"

"O Lucas acabou, mãe."

Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar.

Ele me veria vencer.

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Traída no Velório: A Vingança de Duda Traída no Velório: A Vingança de Duda Du Wu Qin Yang Romance
“A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.”
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Introdução

08/07/2025

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Capítulo 1

08/07/2025

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Capítulo 2

08/07/2025

4

Capítulo 3

08/07/2025

5

Capítulo 4

08/07/2025

6

Capítulo 5

08/07/2025

7

Capítulo 6

08/07/2025

8

Capítulo 7

08/07/2025

9

Capítulo 8

08/07/2025

10

Capítulo 9

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Capítulo 10

08/07/2025