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Traída no Velório: A Vingança de Duda

Capítulo 4 

Palavras: 714    |    Lançado em: 08/07/2025

vidros escuros, parou em frente à nossa casa.

u de nervosismo. Mi

nte da República solicita

istura de medo e surpresa. O que

Fomos levadas a um escritório elegante, onde o Preside

muito pela perda de vocês. Roberto era um grande homem, um a

ridade e seu legado. Suas palavras eram um bálsamo para nossas almas feridas.

'Costurando Sonhos'. É um trabalho extraordinário de empoderamento. O governo quer apoiar você. Queremos

econhecimento que eu tanto desejava, não

te, eu... eu não

ndo quem você é." Ele fez uma pausa. "Soube

tômago

ha voz um fio. "Com Pedro, u

e o seu novo papel, o governo gostaria de oferecer uma cerimônia especial. Nós a nome

ita. Embaixado

chance. A peça f

, eu tenho um pedi

is

necer serviços de transporte em eventos oficiais. Como um gesto de... reconciliação e para mostrar que não há ressen

e entendimento em seus olhos. Ele era um político exper

e magnânimo, Maria Eduarda. Considero-o

justiça, de uma forma que eu nu

edor, esperando o carro,

e não é a pe

om um ar presunçoso. Eles provavelmen

a blusa. Era uma pequena peça de artesanato, o ú

que eu pudesse reagir, ela estendeu a mão e o arrancou da minha roupa.

lábios. Eu me abaixei para pega

a repreendeu, mas

s bugigangas na favela dela", diss

rranhou uma coluna de mármore, um corte peq

olhou com

sastrada. Está sujando o chão do palá

ado e para o sangue na minha mão, eu não senti m

eria apenas humilh

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Traída no Velório: A Vingança de Duda
Traída no Velório: A Vingança de Duda
“A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10