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Traída no Velório: A Vingança de Duda

Capítulo 1 

Palavras: 673    |    Lançado em: 08/07/2025

er momento, e a cerimônia de enterro do meu pai ainda nem tinha começado.

conhecida como Duda, e

todos, tinha partido. E com ele, parecia

aço com força, seu rosto

cisa ser forte.

, as vozes das pessoas se tornaram um zumbido distante e tud

centro comunitário, o cheiro de café forte no ar. Minha cabeç

morado de infância, o homem com

sua voz baixa e séria. "O pai dela morreu. A famí

ração

azer? A filha do deputado Amaral está esperando sua decisão. As

ta. "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necess

udo reduzido a "negócios". A dor da perda do meu pai se misturou com a quei

ieza cortante. Eu não chorei. Eu não gritei. Algo dentro d

entrou, seu rosto cheio de preocupaç

aqui fora, mas teve que resolver u

disse, minha voz surp

iada. Ela me conhecia

cês, Duda? Com tudo

proteger o que restava da min

ciso te pedi

minha

o da comunidade vizinha. Diga a ele que

pre admirou o trabalho do meu pai e o meu projeto social de moda, que empoderava as meninas da favela. Ele havia me proposto casamento há al

u? E o Lucas?", minha

voz que a fez estremecer. "Eu vou me casar com o Pedro. É o melho

sma humilhação que eu. Por enquanto, essa dor seria só minha. Era um far

minação que ela via no meu pai, apenas assentiu, as lágrimas

nas começando, mas Lucas não me v

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Traída no Velório: A Vingança de Duda
Traída no Velório: A Vingança de Duda
“A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.”
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