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Traída no Velório: A Vingança de Duda

Capítulo 3 

Palavras: 587    |    Lançado em: 08/07/2025

il da nossa casa foi quebrada pelo baru

foi até

Duda, o q

e à nossa porta. Dois homens começaram a descarregar caixas e mais caixas. Eram presentes de

, minha mãe sussurrou, a mão no pe

ava sozinho. Ao seu lado, de braços dados com ele, estava Clarice, a

çaram a sair de suas c

os ouvissem. "Vim trazer a primeira parte dos presentes de noivado. Sei que estamo

ao seu lado, completamente perplexa. Eu

com desprezo. "Lucas, querido, você te

e da comunidade, meu amor. Duda e eu temos

m, seu olhar um mist

sito, Clarice vai me ajudar a organizar os detalh

dia ter as duas: a noiva de status e a "parceira criativa" da favela

hos em mim. Vi pena em alguns, zom

ara minha mãe, que parecia prestes a desmaiar novamente. Uma briga agora só p

forçando uma cal

inha voz controlada. "Mas agora estamos ocu

como se minha calma fos

sem. Nos falam

ara trás um rastro de arrogância e uma pilha de pre

inalmente deixando o ar sair dos meu

r isso, Duda? Na fr

uro como uma pedra. "Ele quer nos q

tinham começado. Ouv

trazendo a outra na port

eita. Se tivesse um pingo de orgulho, já

ando. Eu estava esperando. Esperando o momento certo para derrubar o

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Traída no Velório: A Vingança de Duda
Traída no Velório: A Vingança de Duda
“A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor... tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.”
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