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A Socialite e o Catador

Capítulo 5 

Palavras: 974    |    Lançado em: 16/08/2025

Bernardo Medeiros olhava para o nada, o rosto pálido. As pala

loísa. É a fi

revisando relatórios trimestrais. Sua mãe, Alícia, que estava planejando a disposiç

pergunta pequena e aguda. "O que

papéis, a testa franzida. "O q

sto uma máscara de confu

vesse desaparecido sob seus pés. A moradora de rua.

lo

meia-irmã, no rosto e a chamado de imundície. Ele

magada. As cordas vocais cortadas. Alguém tinha

ânico estava em seus olhos. "Deve ser um engano. Uma brincadeira. O teste foi feit

ua expressão endurecendo. "Bernardo,

istente para encontrá-la. Pedi ao médico para fazer um teste." Ele não conseguia olhá-los. Só conseguia

cia, levando a mão ao peito. "O

ando a cabeça. "Não, ele está m

s se fixando nos de Eva. Ele viu então. O ter

ntou, a voz baixa e perigo

eus olhos. "Eu não fiz nada! Eu sou a vítima aqu

peças se encaixando com uma clareza horrível. "Ela era orgulhosa. Ela era uma

mplacável. "Alg

egou que Heloísa havia fugido para a Europa. Ela até produziu extra

unca vimos o rosto dela em nenhuma filmagem de seguranç

. "Você está perturbando a Eva! Ela é sua

os, deu a Eva uma onda de confiança. Ela se endireitou,

Você está me assustando.

de Heloísa. A maneira como ela se encolheu quando ele falou. A dor crua e animal. Ele tinha vist

ente doente o dominou. Ele era tão culpado quanto a pessoa

caído. A voz de Marcos

a. Ela sumiu. A mulher... Heloísa... el

ue qualquer coisa que el

os que temos. Verifique seus cartões de crédito, seu telefone... espere, ela não tem

idosamente no chão. Ele olhou para sua família, par

olhos cheios de uma fúria fria que ela nunca tinha visto antes. "Nó

xando um silêncio ato

lta em sua cadeira, o rosto páli

pode ser. Vicente, pense no

redor. Mas por baixo das lágrimas, sua mente corria, procurando uma nova mentira, uma

ica de culpa e medo. Para onde ela iria? Uma mulher sem nada,

travessar à noite, olhando para as l

ara um deus em que não acred

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A Socialite e o Catador
A Socialite e o Catador
“Eu já fui da alta sociedade de São Paulo. Agora, eu era um fantasma comendo lixo de uma caçamba atrás do prédio que ainda levava o nome da minha família. Então, ouvi a voz dele. Bernardo. Meu antigo amor, meu meio-irmão, o homem por quem eu tinha voltado. Ele estava no telefone com Eva, a mulher que roubou minha vida, minha família e meu rosto. Ele me viu, um amontoado disforme de trapos, e seu rosto se encheu de nojo. Ele mandou seu assistente me dar dinheiro e "tirar essa imundície da propriedade da empresa". Por um instante fugaz, ele viu a tatuagem de infinito no meu pulso - nossa promessa secreta de eternidade. Ele até sussurrou meu nome: "Heloísa?" Mas então balançou a cabeça, descartando o impossível. Ele me deu as costas, indo embora sem um segundo olhar. Aquela rejeição final quebrou o último pedaço da minha alma. Caminhei até a Ponte Estaiada e me soltei. No exato momento em que meu corpo atingiu a água fria, um médico estava ao telefone com Bernardo, sua voz tremendo com os resultados de um novo teste de DNA. O teste original, aquele que destruiu minha vida, era uma farsa. Eu era a verdadeira herdeira o tempo todo.”
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