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A Socialite e o Catador

Capítulo 4 

Palavras: 1010    |    Lançado em: 16/08/2025

ada e alimentada. Era uma existência estéril e silenciosa, mas não era liberdade. Ela era um espécim

era o sentido? A única pessoa que e

sintonizada em um programa de notícias matinal. Um apresenta

, Bernardo Medeiros, e a herdeira Eva Matos estão prestes a se

rrindo, radiantes. Ele olhava para Eva com uma expressão de

ré-gravado. Eva segurava a mão de Bernardo

carada. "Depois de tudo que passei, encontrar minha verdadeira fa

elhor coisa que já me aconteceu. Mal po

ntiu o ar sair de seus pulmões. Era final. A última brasa d

seu sofrimento, sua existência inteira, era irrelevante. Um ca

nha qu

de era uma coisa fria e dura dentro dela. Ela deslizou para fora da cama, seus pés descalços silenciosos

se imp

da, apenas um posto de enfermagem no final. Ela se moveu na direçã

a sombra parecia conter uma ameaça. Mas ninguém a parou. Ninguém s

com um clique atrás dela, selando sua fuga. Ela desceu as escadas de concre

a real. Ela não era mais uma paciente, uma indigente.

do criança, por restaurantes onde ela e Bernardo haviam compartilhado jantares secretos,

ireção ao rio. A forma icônica da Ponte Estaiada se erg

o que tinh

aos turistas e corredores. Ninguém lhe

a fina camisola em torno de suas pernas. Ela olhou para a á

estreita, as costas pressionadas contra o aço frio da ponte. O horizonte da cidade brilhava dia

distante. A memória do rosto de Bernardo no beco, seus

o havia mais luta. Havia ape

erdão, mas com uma tristeza profunda e cansada

os olhos

-

Um era uma cópia do teste de DNA original de dois anos atrás, aquele que nomeara Eva Mat

uma segunda vez. Suas

mposs

as, os protocolos do laboratório. T

a sido uma fraude. Um

rrespondência quase perfeita com Vicente Medeiros. A pro

palhados com o teclado. Ele tinha que

r. Medeiros." Er

asse para ele. É

Bernardo veio na linha, rísp

trêmula. "O teste original... foi forjado. A mulher que

o outro lado

fundo. "Sr. Medeiros

elefone caindo na mesa, seguido

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A Socialite e o Catador
A Socialite e o Catador
“Eu já fui da alta sociedade de São Paulo. Agora, eu era um fantasma comendo lixo de uma caçamba atrás do prédio que ainda levava o nome da minha família. Então, ouvi a voz dele. Bernardo. Meu antigo amor, meu meio-irmão, o homem por quem eu tinha voltado. Ele estava no telefone com Eva, a mulher que roubou minha vida, minha família e meu rosto. Ele me viu, um amontoado disforme de trapos, e seu rosto se encheu de nojo. Ele mandou seu assistente me dar dinheiro e "tirar essa imundície da propriedade da empresa". Por um instante fugaz, ele viu a tatuagem de infinito no meu pulso - nossa promessa secreta de eternidade. Ele até sussurrou meu nome: "Heloísa?" Mas então balançou a cabeça, descartando o impossível. Ele me deu as costas, indo embora sem um segundo olhar. Aquela rejeição final quebrou o último pedaço da minha alma. Caminhei até a Ponte Estaiada e me soltei. No exato momento em que meu corpo atingiu a água fria, um médico estava ao telefone com Bernardo, sua voz tremendo com os resultados de um novo teste de DNA. O teste original, aquele que destruiu minha vida, era uma farsa. Eu era a verdadeira herdeira o tempo todo.”
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