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Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido

Capítulo 6 

Palavras: 674    |    Lançado em: 16/08/2025

as como um saco de lixo que estava levando para fora. Ele me jog

Ele rasgou uma tira de pano de um lençol velho e começou a lim

o baixo e ameaçador. "Você vai ficar aqui até apren

alidade aterrorizante em sua voz.

or, foi convocado. Ele olhou para mim, deitada

á esmagada, ela mal consegue respirar. E a perna dela... o osso está estilhaçado. É uma

icar. Mas tudo o que saiu fo

lampejo de algo nos olhos de Heitor. Um f

u tão rápido q

os outros ferimentos dela. Mas deixe a perna. Quero

palmas de alegria. "Bom! Agora

soluto em seu rosto. Seus olhos encontraram os

mão. Eu o reconheci. Era um ácido altamente concentr

oz doce como mel. "Ela parece estar

o, o cheiro acre ench

nvicção. Ele estava olhando para o meu rosto, para o fantasm

e rápido, conto

porta com ela, nã

esse responder, e

ou na minha pe

o vivo e consumidor, comendo minha pele, meu músculo, meus nervos. Eu me

arne queimada

gardênias, Helena? Suas flores favoritas? Eu matei todas e

rrendo pelo meu rosto. Eu podia ver o branco do meu

em um mundo de escuridão e dor. Todos os dias, Heitor descia e pegava minha m

ida. O suor frio encharcava minhas roupas, meu cabelo. Eles pegaram me

divórcio. Os papéis que eu o enganei para assinar. Havia um

e sobreviver p

se o processo? E se eu ficasse presa com ele, assim, para sem

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Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido
Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido
“O médico me disse que meu corpo estava chegando ao limite. Era a quinta vez que eu doava medula óssea para salvar meu filho, Léo. Mas eu ignorei a dor. Meu marido, Heitor, disse que tinha uma surpresa me esperando em casa. Entrei e o ouvi conversando com a enfermeira particular de Léo, Genoveva. Meu sangue gelou quando a ouvi chamar Léo de filho deles. Escondida, continuei escutando. O "acidente" de carro logo após nosso casamento que me deixou infértil? Eles planejaram. Meu casamento de sete anos inteiro foi uma mentira elaborada, projetada para me transformar na doadora perfeita e contínua para o filho biológico deles. Meu amor não foi valorizado; foi uma ferramenta para me explorar. Eu não era esposa nem mãe. Eu era uma bolsa de sangue ambulante. Todos os presentes caros que Heitor me deu após cada doação não eram por amor. Eram pagamentos por partes do meu corpo. Eles me encontraram desmaiada no chão, e a máscara de marido amoroso caiu completamente. "Léo precisa de outra doação", disse Heitor, com a voz fria. "O médico estará aqui em uma hora." Quando recusei, ele mandou seus seguranças me segurarem. Observei, horrorizada, enquanto ele pegava uma seringa e tirava meu próprio sangue, minha força vital, para dar ao filho deles.”
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