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Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido

Capítulo 7 

Palavras: 984    |    Lançado em: 16/08/2025

itor deveria ser finalizado. Uma pequena e frágil frest

adiu o porão, o rosto

nciou. "O papai vai nos leva

? Eu me pergunt

tos depois. Ele tinha doi

co", disse ele,

a e queimada de ácido pendendo inutilmente. Minha garganta havia sarado o suficiente para

ava a riqueza de Heitor. Fui colocada em uma cadeira no convés, um g

to pela primeira vez em semanas. Tentei encontrar um momento, uma oportunidade pa

a apenas uma mancha tênue no horizonte. O mar est

eu riso ecoando no ar parado. Ele ocasionalmente olhava para

eu estômago. Por que Heitor me troux

o por um cinza raivoso e machucado. O vento aumentou, chic

ha surgido do nada,

ando ordens. Os convidados, um pequeno grupo de amigos d

s braços envolvendo-os protetoramente. "Peguem os

ram para ajudar com os botes salva-vidas, sua pr

útil e quebrada no meio de um c

onvés. Ela bateu na minha cadeira, me derrubando no chão. Eu não consegu

ngolida pelo rugido do vento e do

o em sua corrida desesperada pelos botes salva-vidas. A dor era excruciante. MEUS OSSOS

encosta íngreme e escorregadia. Eu estava deslizand

s dedos dormentes e fracos, a única

guentar por muito tempo. Era i

o agarrou meu

a voltad

u rosto uma máscara de desespero. "

-vidas sendo baixado na água. Genoveva e Léo estavam nele, s

noveva gritou. "Deix

olhos divididos

r, toda a traição, toda a crueldade. Tudo se

ua posse. Eu não se

ria l

ue eu não sabia que possuía, arranqu

us olhos arregalad

ábios. "Acabou, Heitor", sussurrei, minh

o, eu

cífica. O mundo girou, um caleido

nquanto Genoveva e Léo o puxavam para o bote salva-vidas,

ro. Fechei os olhos, e uma única lágrima escapo

e era o fim.

to de mim. Agarrei-me a ele, meu corpo dormente, minha mente uma lousa em branco. Horas d

erguntas. A primeira coisa que fiz foi comprar uma cadeira

perguntei, min

. "O divórcio foi finalizado esta

nal de divórcio para o escritó

ma mala, apenas as roupas do corpo e o fogo

o país que eu uma vez chamei de lar, eu fin

ado. Eu es

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Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido
Esposa, Doadora, Vítima: Um Casamento Retorcido
“O médico me disse que meu corpo estava chegando ao limite. Era a quinta vez que eu doava medula óssea para salvar meu filho, Léo. Mas eu ignorei a dor. Meu marido, Heitor, disse que tinha uma surpresa me esperando em casa. Entrei e o ouvi conversando com a enfermeira particular de Léo, Genoveva. Meu sangue gelou quando a ouvi chamar Léo de filho deles. Escondida, continuei escutando. O "acidente" de carro logo após nosso casamento que me deixou infértil? Eles planejaram. Meu casamento de sete anos inteiro foi uma mentira elaborada, projetada para me transformar na doadora perfeita e contínua para o filho biológico deles. Meu amor não foi valorizado; foi uma ferramenta para me explorar. Eu não era esposa nem mãe. Eu era uma bolsa de sangue ambulante. Todos os presentes caros que Heitor me deu após cada doação não eram por amor. Eram pagamentos por partes do meu corpo. Eles me encontraram desmaiada no chão, e a máscara de marido amoroso caiu completamente. "Léo precisa de outra doação", disse Heitor, com a voz fria. "O médico estará aqui em uma hora." Quando recusei, ele mandou seus seguranças me segurarem. Observei, horrorizada, enquanto ele pegava uma seringa e tirava meu próprio sangue, minha força vital, para dar ao filho deles.”
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