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A Carta Infeliz de Mentiras

Capítulo 5 

Palavras: 877    |    Lançado em: 11/12/2025

vindo as vozes abafadas do corredor. Os tons raivos

sua voz carregada de fúria genuína. "O bolo! Você sabe que a

sua voz embargada pelas lágrimas. "Eu só... co

ara o hospital! Você sabe tudo sobre ela, sua agenda, suas pre

ue você me visse! Que pensasse em mim por uma vez! Você passa todo o seu tempo, toda a sua ene

o de Heitor, provavelmente suavizando, assim como no h

Heitor, sua voz agora mais baixa, mais gentil. "Mas isso nã

te abandonaria no momento em que as coisas ficassem difíceis, enquanto eu fiquei ao seu lado, sempre! Lembra do ano passado, quando você

e acreditei que o sofrimento dele era real, uma cruel reviravolta do desti

e trabalhar para você. Minha família... eles precisavam que eu ganhasse dinheiro. Você conhece minhas circunstâncias. Você sabe o quanto eu sac

Este foi mais lo

ua voz mal audível, carregada de dor crua. "E tudo qu

contra ele. E ele estava caindo nessa. Eu podia sentir, a atração fa

gosa de exasperação e pena. "Não faça isso. O que você quer?

a voz desesperada. "Só um, para saber que eu import

ra minhas costelas. Heitor não respondeu. Ele apenas ficou lá, em silêncio. Seu

iro. Ela estava se inclinando. Imaginei-a, na ponta dos pés, o rost

or tivesse enrijecido, recuado ligeiramente. Mas ele n

do. Heitor. Ele não estava apenas deixando-a beijá-lo. Ele a estava beijando de volta. Ferozm

itava em protesto. Meu rosto perdeu a cor, deixando-me fantasmagoricamente branca. Minhas pernas tremiam, ameaçando ceder sob mim. A

s, os mesmos lábios que sussurraram "para sempre" para mim, que beijaram minhas lágrimas, que me prometeram uma vida inteira

s. Era um monstro sufocante, espremendo o ar dos meus pulmões. Mas sob a agonia, algo m

a detalhe, cada segundo agonizante. Talvez, apenas talvez, se eu sentisse dor sufi

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A Carta Infeliz de Mentiras
A Carta Infeliz de Mentiras
“Por dez anos, esperei que meu amor de infância, Heitor, se casasse comigo. Mas todo ano, nosso futuro era adiado por um ridículo ritual de família em que ele precisava tirar uma carta de tarô da "Sorte". Por três anos, ele tirou a carta do "Azar", suportando penitências brutais que o deixaram cheio de cicatrizes e quebrado. Eu acreditava que era o destino. Então, no quarto ano, eu o vi tirar a carta da Sorte. Meu coração disparou. Estávamos finalmente livres. Mas em um movimento rápido e treinado, ele a trocou por uma do Azar, escolhendo mais sofrimento. Fiquei paralisada de choque. Mais tarde, ouvi-o confessar ao seu primo. Ele vinha trocando as cartas há quatro anos. Ele não podia se casar comigo ainda por causa de sua assistente, Ariela. Ela havia ameaçado fazer algo drástico se ele a deixasse. Ele disse que devia isso a ela. Meu mundo desmoronou. Cada chicotada que ele levou, cada momento de dor que compartilhei, era uma mentira. Uma farsa encenada para outra mulher. Ele havia escolhido a culpa que sentia por ela em vez do amor que sentia por mim. Ele até me acusou de uma crueldade monstruosa baseada nas mentiras dela, gritando: "Não acredito que perdi dez anos com alguém tão vingativa. Peça desculpas à Ariela. Agora." Aquele foi o momento em que soube que o homem que eu amava tinha desaparecido. Então, eu fui embora. Voei para o Rio de Janeiro e me casei com outro homem. Mas assim que encontrei meu novo começo, Heitor invadiu o local, seus olhos selvagens de arrependimento, implorando para que eu voltasse. E logo atrás dele estava Ariela, seu rosto contorcido pela loucura, uma faca brilhante na mão.”
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