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Amor Perdido, Uma Vida Resgatada

Capítulo 3 

Palavras: 2011    |    Lançado em: 12/12/2025

so. Eu sabia. Eu simplesmente sabia. Jéssica. Algo estava terriv

da para limpar a névoa de pânico. Meu velho Celta era pouco confiável, a quilômetros de

eu lado. A janela desceu, revelando o rosto sombri

o. Mas Jéssica. O tempo era essencial. Olhei para o banco de trás

ainda está aqui", mur

a noite. "Não me toque! Fique longe de mim, Clara! Ela é louca, Caio! Ela sempre foi louca

era um rosnado baixo. "Vamos falar sobre o seu passado, que tal? Aquele que a Jéssica passou anos encobrindo? Aquele em que você andava com uma gangue

ta para mim, um medo desesperado cintilando neles. "Caio, ela está mentindo!

sua pequena... 'condição'. Aquela com a qual a Jéssica estava tão preocupada. Aquela que você tev

do o volante com tanta força que seus nós dos dedos fi

á tentando me machucar porque a Jéssica está morrendo! Ela sabe como sou frágil! Oh, Caio, por favor, não consigo ouvir isso! Vamos embora. Eu pego o Léo e v

mente, se fazendo de vítima, me isoland

te machucar." Mas seus olhos, quando encontraram os meus, continham uma decepção profunda e profunda. "Clara,

torcido de raiva. Ele ergueu um caminhão de plástico vermelho brilhante, sua mãozinha o segur

s meus olhos. Gritei, agarrando minha cabeça, o impacto enviando um solavanco pelo meu pescoço. Mas a dor

de parto, a espera agonizante, a onda avassaladora de amor quando o segurei pela primeira vez. Seus dedinhos agarrando os meus, seus arrulhos suaves, o cheiro doce de talco de be

ndo-se para seu filho. Ele arrancou o caminhão da mão de Léo, seu rosto uma máscara de fúria. "O que há de errado com você? Nós nã

enciosamente traçando caminhos pelo meu rosto. No reflexo, vi meu próprio rosto, pálido e abatido,

ara", ela sussurrou para mim algumas semanas atrás, sua voz rouca. "Sinto muito por não poder te dar uma vida melhor. Sinto muito por todo o problema que causei.

m! Estou afogada em dívidas! Perdi tudo! Minha carreira, minha casa, meu filho! Tudo porque você, em su

o enterrado nas mãos. "Eu só queria fazer o certo por ela. Ela era tão zangada, tão perdida. E

mento. Mas Jéssica estava certa. Ela tentou. Ela sempre quis fazer o bem. E Bruna, com sua lógica distorcida, usou

Sírio-Libanês. O cheiro familiar de antisséptico me atingiu, um lembrete somb

. Ferraz está perguntando por sua filha", disse ela suavemente, seu olhar varrendo-me, depois para Bruna. "

. Ela quer te ver." Minha voz era firme, não deixando espaço para discussão. Agarrei o

vê-la! Ela não é minha mãe!", Brun

"Ela está morrendo, Bruna", sussurrei, minha voz crua de emoção. "Você deve isso

ipe suave das máquinas. Jéssica estava na cama, o rosto pálido e abatido, tubos saindo de se

dando-lhes o que pensei ser um momento privado. Ao

entemente gentil. "O hospital. Eu já cuidei d

Sua generosidade repentina, após anos de indiferença fria, parec

. me senti mal. A Jéssica sempre foi gentil comigo. Vo

agar as contas da Jéssica. Apenas... devolva. Devolva o dinheiro." Eu havia emprestado tanto, assumido tanta dívida

udo. Pela forma como as coisas terminaram. Por... pela universidade, por sua

? Você acha que uma conta de hospital te absolve?" Minha voz estava mais fria do que eu pensava ser possível. "Você tem alguma ideia, Caio, de quantos empregos eu perdi por causa da influência da sua família? Quantas portas foram batidas na minha cara porque a 'ex-esposa desgraçada do Albuq

s antes que pudesse falar, um grito

e Jéssica, não!", a voz de Bruna, crua de p

hos de Jéssica estavam arregalados, fixos em mim, um apelo deses

dinheiro... por mim. Minha pobre menina. Você nunca vai sair dessa." Lágrimas escorriam pelo seu rosto, uma mistura de dor e profunda tristeza.

ava parada ao lado da cama, o rosto uma máscara de choque, os

or cardíaco. Uma linha reta. O tom longo e aterror

agitação de movimentos apressados e comandos

nha Jéssica. A única pessoa que realmente me amou, incondicional

balançou a cabeça. "Sinto muito. Fizemos t

te, sobre meu sacrifício desesperado, em seus momentos finais. Por quê? O que Bruna disse ou fez para empurr

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Amor Perdido, Uma Vida Resgatada
Amor Perdido, Uma Vida Resgatada
“Meu mundo desmoronou com um pedaço de papel. Um teste de DNA revelou que eu não era uma Albuquerque de sangue, mas uma impostora. Meu marido, Caio, se divorciou de mim, e a verdadeira herdeira, Bruna, tomou minha casa, minha vida e meu filho. Cinco anos depois, eu era uma garçonete afogada nas dívidas médicas da minha mãe adotiva quando eles entraram na minha lanchonete. Caio, Bruna e meu filho, Léo, que agora chamava Bruna de "mamãe". Ele me olhou com nojo. "A mamãe disse que você não é mais minha mãe de verdade", ele anunciou. "E você é só uma garçonete agora. O papai diz que garçonetes são pobres." As palavras foram uma punhalada no coração. Mais tarde naquela noite, minha mãe adotiva, Jéssica, morreu no hospital depois que Bruna sussurrou veneno em seu ouvido, me deixando com um aviso enigmático sobre os segredos sombrios de Bruna. Bruna então me ofereceu um emprego como babá interna, uma chance de vê-la viver minha vida de perto. Era uma oferta cruel e humilhante. Mas eu aceitei. Porque na minha antiga casa, descobri que Bruna não era apenas cruel - ela estava envenenando meu filho e havia infectado meu ex-marido com uma doença. Isso não era mais apenas sobre humilhação. Era sobre vingança.”
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