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O Sorriso de Marina

Capítulo 4 Quatro

Palavras: 2271    |    Lançado em: 23/09/2021

Tive que dá um nome para ele, porque como eu conseguiria me abrir para um alguém sem nome? Isso seria ridículo. Mas o fato é que eu abri uma garrafa de vinho e enchi uma taç

e secar uma garrafa de vinho sozinha, sem ao menos comer alguma coisa, também estou com dor de cabeça. O filhote, nem sei por onde anda e o chão da sala está uma nojeira. _ Merda, preciso limpar essa bagunça antes que todos cheguem! _ falo pratica

rzinho procurando algum medicamento para dor, se eu quiser ter um bom dia de trabalho hoje. Mas eu tenho um belo problema aqui. Eu não entendo nada de medicamentos, não sei para que el

nsegui abrir o meu sorriso feliz, me virando de frente para ele em seguida. Vi quando os seus olhos passearam desenfreadamente pelo meu corpo seminu e pela primeira vez me s

sa. Seus olhos sobiram pelo meu corpo, encontrando os meus. Ele une

relógio na parede e vi que ainda faltava uma

ros e adentra a sala, passando ao meu lado, e dei

rinário não era muito organizado e para ga

ue te

possível dele, e fico na ponta dos pés, para alcançar a sua altura. O olho bem dentro dos seus olhos e propositalmente aproximo o meu rosto do seu, de modo

meus. _ Ótimo! _ falo, afastando-me dele e lhe dou as costas para sair da sua sala, fazendo uma careta de dor, e levando dois dedos a minha têmpora, massagea

pôr aquilo para fora de alguma maneira, e faria isso nas minhas atitudes e decisões. Quando eu tinha dezesseis anos armei a maior confusão da minha vida. Meu Deus, eu tive a ideia de fazer a noite do pijama e de trazer as minhas únicas e melhores amigas para essa brincadeira, que de inocente não tinha nada. O meu intuito mesmo era aprontar mais uma para aumentar a dor de cabeça dos meus pais. A Kelly e a Cris jamais poderiam imaginar o que se passava em minha cabeça naquela época. A ideia de convidar os meninos e o fato da Cris está apaixonada pelo

E assim que chego perto da pequena cozinha, encontro o doutorzinho parado no espaldar da porta, mas ele não está sozinho, a Deby está parada bem na sua frente, jogando conversa fora, e o assunto deve ser bem interessante, pois ela tem toda atenção dele só pra ela. Eu suspiro e dou alguns passos para uma mesa pequena, que tem um formato retangular, onde cabem seis cadeiras. Me acomodo na ponta da mesa, de onde posso vê-los. Ela diz algo, eles riem e vem andando lado a lado para dentro da copa. A pergunta é, o que tá r

nimada. O rapaz abre um meio sorriso

? _ Lua pergunta e

vez dê uma pass

força o convite. Em silêncio eu termino o meu almoço, levanto da cad

muito trabalho hoje _ falo,

o da Lua. A verdade é que eu não sei o qu

gados. Para quando você os quer? _ Patrício, o

Estou quase no fi

i entregar na sua loja. _

gada,

angular e transparente da minha sala, no exato momento em que o doutorzinho passa pela recepção. Suspiro. Droga, eu s

de fora da minha sala, na expectativa de vê-lo

pergunta. Eu me a

o vai dar _ respondo sem ao

, essa não é você. Me debruço sobre minha mesa e penso que foi para isso que eu vim para Portugal, certo? Para mudar esse meu jeito louco de me entregar sem medidas e de me iludir com essa história de amor. Estou tentada a dizer

ortuguês riu do o

ina! Você não va

não, porque estou acostuma

ligo o telefone, o largando em cima da mesa e deixo a minha cabeça encostar no encosto da

bri a loja. Passo na recepção e entrego as chaves para Lua que está atrás do balcão. _ Você fecha pra mim hoje? _ peço com um tom sério demais, que nã

Eu sorriria, mesmo que não desse para sorrir. Mas especialmente hoje, e exatamente agora, e

tenho no rosto, mas audaciosa, passei o meu batom vermelho. Olho para o relógio e sorrio, pegando a pequena bolsa a tira colo, no exato momento em que a campainha tocou. Eu abro a porta e ainda sorrindo, encontro o meu gerente de distribuição vestindo um conjunto de terno elegante e segurando um buquê de flores na mão. Então, não sou u

ue ro

tava acostumada com tudo isso e queria distância da classe alta da sociedade. Durante o jantar, regado ao mais caro vinho, Patrício se tornou um livro aberto para mim. Se eu deixasse ele falaria até da sua arcaria dentária, e é c

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