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Sua Gaiola Dourada Me Matou

Sua Gaiola Dourada Me Matou

Autor: Clara
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Capítulo 1 

Palavras: 761    |    Lançado em: 15/12/2025

eu marido. Por dez anos, acreditei que sua possessividade s

uplemento para estresse", me deixando inconsciente para que pudesse

era parte de sua traição. Eu não era sua amada, mas uma prisioneira

ruel: eu estava grávida. Carregando o filho do

cerá conhecer esse filh

penas desapareceria; eu forjaria minha própria morte, deixando Álvaro acredita

ítu

a Cast

elo seu império. Mas a verdade é que Álvaro Félix nun

de portas fechadas, sua adoração se transformava em uma gaiola dourada. Eu era seu t

tei, ou quis acreditar, que era amor. Que era a intensidade de um homem que ha

ade e do sucesso. A proposta para ser CEO de uma empresa con

a segurança, pelo que ele considerava "nosso bem". Eu sentia o pes

as mãos buscavam as minhas constantemente. Ele me abraçava por trá

perguntava, a voz embargada por uma vulnerabilidade

que fazia multidões vibrarem com suas palavras. Mas comigo

ura, revelar suas inseguranças mais profundas. Era um pr

o Félix era apenas um sonho ambicioso em uma garagem apertada, até se tor

vinha de um passado difícil, que eu o ajudei a supera

disse, aproximando-se. Seus braços envolveram

e. "Estou apenas cansada. Você sabe, a f

ava. "Você é a única que consegue segurar as pontas. Mas não se

raço que não me deixava mover, uma presença que me consumia. Eu

ntou, como se lesse meus pensamentos. "Minha intenção

Eu me perguntei, no fundo da minha alma, se ele realmente acreditava niss

r. Mas talvez, eu apenas a tivesse treinado para se esconder melhor

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Sua Gaiola Dourada Me Matou
Sua Gaiola Dourada Me Matou
“Eu era a esposa perfeita e a mente por trás do império do meu marido. Por dez anos, acreditei que sua possessividade sufocante era a maior prova de amor que um homem poderia dar. Até que descobri a verdade. Ele me drogava todas as noites com um "suplemento para estresse", me deixando inconsciente para que pudesse me trair em nossa própria cama com a estagiária que eu mesma ajudei. As peças se encaixaram: a sonolência, o cheiro doce no quarto, tudo era parte de sua traição. Eu não era sua amada, mas uma prisioneira em uma gaiola dourada, uma boneca descartada enquanto ele se divertia. E no meio dessa humilhação, a descoberta mais cruel: eu estava grávida. Carregando o filho do monstro que me envenenava e profanava nosso lar. "Você nunca, nunca merecerá conhecer esse filho", eu jurei em silêncio. Com a ajuda de uma força misteriosa, eu tinha três dias para escapar. Eu não apenas desapareceria; eu forjaria minha própria morte, deixando Álvaro acreditar que ele mesmo havia me matado, para que ele se afogasse em sua própria culpa.”
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