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Um contrato de Natal

Capítulo 2 A Proposta Indecente sob a Geada

Palavras: 1334    |    Lançado em: 18/12/2025

ereciam uma visão panorâmica de Gramado, que àquela hora da tarde já começava a acender suas luzes de Natal. Por dentro, o ambiente era o oposto da cidade: minimalista, em

cacão jeans, mas tinha tentado limpar o glitter do rosto com um lenço umedecido - sem

tinteiro de ouro deslizando com precisão pelo papel. O silêncio se estendeu deliberadamente. E

ta Luz - ele disse finalm

, quase causei um desastre na recepção - ela rebateu, com a voz firme, em

ou na cadeira de couro, observando-a com uma curiosidade nada discreta. Clarice era o caos personifi

balho é... aceitável. Mas sua conduta profissional deixa a desejar. Você desafi

espírito da época - ela sorriu de lado, um sorriso desafiador. - E, tecnicamente, eu salvei a e

a. Ele gostava de pessoas qu

s. E pelo que pesquisei, tamb

precisava do cachê daquele hotel para pagar a cirurgia de catarata da avó e as d

eira não é da sua c

va em direção a ela, parecia ocupar todo o oxigênio da sala. Ele parou a poucos centímetros dela, circulando-a como um predador. - Eu tenho um problema. Um cons

a, acompanhando o movi

a ver com seus pr

e emocional. O Natal é a data máxima dessa encenação. Em dez dias, haverá o Baile

hada genuína, o som ecoan

a? Está assistindo muitos filmes d

ro que você interprete esse papel. Você tem o que falta em mim: essa... vivacidade irritante, essa aparência d

po dele. Estar perto de Bento era como estar perto de uma lareira acesa: pe

aceitaria alg

s mil reais -

ela não apenas operaria a avó, como compraria a pequen

mil? - el

residencial adjacente à minha. Terá roupas novas, joias, e terá que frequentar todos os jantares e eventos ao meu lado. E o

spinha que não tinha nada a

er alguém de que amo um homem que

o, a respiração quente atingindo a orelha de Clarice, faze

sentiu quando eu te segurei nos braços hoje cedo. Aquele choque elétrico? As

um desejo latente que ela não conseguia ignorar. Ela olhou para os lábios dele, bem desenhados e firm

erguntou, a voz saindo ma

ares, mãos na cintura. Segunda: você nunca, sob hipótese alguma, admite que isso é um negócio. Terceira... - ele fez

a que já tinha dado o xeque-mate. Mas ele não conhecia a força de uma mulh

e, estendendo a mão. -

ressão era firme, enviando uma descarga elétrica que p

Qu

om as próprias mãos. Sem secretários, sem gerentes. Só o se

a mão dela. Pelo contrário, puxou-a um pouco mais p

gociadora difíc

a não viu nada,

is poderoso da hotelaria brasileira e a decoradora sonhadora viveriam uma mentira que,

que ele não tinha planejado aceitar. Ele caminhou até a janela e tocou os próprios lábios. O Natal, q

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Um contrato de Natal
Um contrato de Natal
“Bento Cavalcanti tem um problema: para herdar a presidência vitalícia do grupo da família, ele precisa provar que se tornou um "homem de família". O prazo? O brinde de Natal na tradicional festa da empresa em Gramado. O plano? Contratar uma noiva de mentira. ​Clarice Luz só queria terminar a decoração da árvore gigante do Grand Cavalcanti sem cair da escada. Mas quando o CEO arrogante e absurdamente atraente lhe faz uma proposta financeira irrecusável em troca de duas semanas de farsa, ela aceita. O que Clarice não esperava era que, por trás dos ternos de corte impecável e do olhar gélido, Bento escondesse um fogo capaz de derreter a neve artificial da Serra Gaúcha. ​Entre jantares à luz de velas, o aroma de canela e o frio aconchegante do Sul, o contrato começa a parecer real demais. Em uma suíte presidencial, com o fogo da lareira refletindo em peles quentes, eles descobrirão que o maior presente de Natal não pode ser comprado, apenas sentido.”