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Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido

Capítulo 3 

Palavras: 1088    |    Lançado em: 24/12/2025

meus pais esperando, seus rostos uma mistura de alívio e preocupação. "Mãe, pai", eu

ê está falando, Letícia?", minha mãe perguntou, sua voz aguda de incredul

gava meticulosamente suas estatísticas de futebol, que sabia seu pedido de café favorito, que guardava uma pequena e gasta foto nossa do jardim de infância dentro de seu diário. Eu era a garota que valori

tava deixando

olado. Lágrimas escorreram pelo meu rosto, mas eram diferentes agora. Não lágrimas de dor por sua traição, mas lágrimas de luto pela garota que eu costumava

por mérito da USP. Enquanto me acomodava em meu lugar, meus olhos percorreram a sala. E então eu a vi. Gabriela

. Ela olhou para cima, seus olhos encontrando os meus por uma fração de segundo, arregalados de pânico. Eu sus

ava os papéis da prova contra o peito. "Letícia, por favor", ela implorou, sua voz mal acima de um sussurro. "Você não vai dizer nada, vai? Meus

pois soltou um soluço teatral, atraindo a atenção de vários alunos que ainda circulavam por ali. "Sinto muito, Letícia

diram, agudos e cruéis. "Olha pra ela, a porca gorda. Sempre causando problemas." "Ouvi dizer que ela é obcec

m engolidas pela maré crescente de desprezo deles. A sala pareceu encolher, se fechando sob

pecavelmente bonito, mesmo agora. Ele foi direto para Gabi, que agora soluçava abertamente, ent

el perguntou, sua voz calma, mas com

as. "A Letícia... ela me viu... ela ia contar a todo mundo que eu colei

sso é verdade?", ele perguntou, sem nenhum traço da antiga familia

. "Não, Daniel!", gritei, minha voz falhando. "Ela está mentindo!

chateada com a noite passada, não é? Não é justo descontar nela." Ele fez uma pausa, depois desferiu o golp

, mais altos agora. "Viu? Eu sabia. Ela é iludi

a. Ele não acreditaria em mim. Ele já havia escolhido. Seus olhos, geralmente tão que

denou, sua voz monótona. "Peça desculpas

Não por eles. "Pedir desculpas?", perguntei, minha voz trêmula, mas firme. "Eu não

ção das câmeras. "Não, por favor! Não faça iss

laramente angustiada. E, francamente, Letícia, você está fazendo uma cena. Eu te disse, não há nada entre nós. Eu nunca poderia... eu nunca poderia

ltidão. Minhas lágrimas, que eu lutei tanto para segurar, finalmente

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Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido
Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido
“Eu fiz tudo por Daniel, meu melhor amigo de infância. A promessa dele - "Entra em forma, Lê, e eu te levo no baile de formatura" - era a única coisa que importava. Passei fome e corri até desmaiar, tudo pelo futuro que ele balançava na minha frente. Mas no aniversário dele, segurando o bolo que eu tinha feito, ouvi a verdade. A promessa era uma piada cruel. Para ele e sua namorada de verdade, Gabi, eu era só uma "porca gorda" cujas tentativas desesperadas de impressioná-lo eram "hilárias de assistir". Eles não pararam por aí. Me acusaram de bullying, e Daniel negou publicamente que um dia sequer se importou comigo. Depois, ele fez com que minha bolsa de estudos para a USP fosse revogada com um relatório malicioso e ficou parado enquanto Gabi espalhava minhas cartas de amor mais íntimas por toda a escola. Eu me tornei uma pária, uma "vadia iludida e manipuladora". O garoto que eu amei a vida inteira, aquele que deveria ser meu protetor, tinha orquestrado minha completa e total destruição só para dar umas risadas. E mesmo assim, ele ainda esperava que eu o seguisse para a faculdade. Então, quando ele me ligou no dia da mudança, vibrando de animação pelo nosso futuro juntos, eu o deixei falar sem parar sobre nossos planos. Então, com calma, cortei sua fantasia. "Eu não estou aí, Daniel."”
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