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Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido

Capítulo 4 

Palavras: 661    |    Lançado em: 24/12/2025

centro da multidão faminta. Os sussurros se transformaram em zombarias abertas. "Olha

fraquecido incapaz de se recuperar, e caí no chão. Meu cotovelo bateu no

minha humilhação. Outro flash. E outro. "Parem", engasguei, min

ruéis me cobriu. "Olha a baleia, encalhada." "Ela merece

ha alma parecia estar sangrando. Levantei-me com dificuldade, ignorando a dor latejante no meu braço, e corri. Corri pas

lacável. Apoiei-me no parapeito, minha respiração saindo em arquejos irregulares. Eu me odeio. O

rrependimento por criar este monstro de auto-aversão? Ou ele apenas ficaria aliviado que a "porca gorda" finalmente se foi? O g

imeiro um pingo suave, depois uma chuva constante. Acolhi a chuv

ara cima, meus olhos injetados de sangue, para ver Daniel. Ele estava lá, me olhando com uma expressão indecif

mente suave sobre o tamborilar da chuva. "E

atado, deu um fraco p

nuou, um toque de exasperação em seu tom. "Os pais dela são incrivelment

ia, eu prometo... podemos ir ao baile. Podemos oficializar. Assim como planejamos."

e ao seu perfume habitual de cedro, um aroma que

tendeu, um pequeno gesto infantil que ele usava quando estava tentando me persuadir. Seus lóbulos

rosto endurecendo. "Eu tenho que atender", ele murmurou, largando o guarda-chuva na minha mão

nótona, desprovida de qualquer calor. "Não se atreva a in

, sob o guarda-chuva que agora parecia uma zombar

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Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido
Sua Piada Cruel, Meu Coração Partido
“Eu fiz tudo por Daniel, meu melhor amigo de infância. A promessa dele - "Entra em forma, Lê, e eu te levo no baile de formatura" - era a única coisa que importava. Passei fome e corri até desmaiar, tudo pelo futuro que ele balançava na minha frente. Mas no aniversário dele, segurando o bolo que eu tinha feito, ouvi a verdade. A promessa era uma piada cruel. Para ele e sua namorada de verdade, Gabi, eu era só uma "porca gorda" cujas tentativas desesperadas de impressioná-lo eram "hilárias de assistir". Eles não pararam por aí. Me acusaram de bullying, e Daniel negou publicamente que um dia sequer se importou comigo. Depois, ele fez com que minha bolsa de estudos para a USP fosse revogada com um relatório malicioso e ficou parado enquanto Gabi espalhava minhas cartas de amor mais íntimas por toda a escola. Eu me tornei uma pária, uma "vadia iludida e manipuladora". O garoto que eu amei a vida inteira, aquele que deveria ser meu protetor, tinha orquestrado minha completa e total destruição só para dar umas risadas. E mesmo assim, ele ainda esperava que eu o seguisse para a faculdade. Então, quando ele me ligou no dia da mudança, vibrando de animação pelo nosso futuro juntos, eu o deixei falar sem parar sobre nossos planos. Então, com calma, cortei sua fantasia. "Eu não estou aí, Daniel."”
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