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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre

Capítulo 2 

Palavras: 1047    |    Lançado em: 24/12/2025

m Bárbara, sempre Bárbara, sua fachada doce e inocente escondendo a astúcia de uma víbora. Ela se fez de vítima, tecendo uma história sobre meu us

para que ele visse através da farsa dela. Ele apenas me olhou com aque

levou ao bloco de leilão, meu corpo cambaleando pelas drogas que Bárbara havia colocado no meu champanhe. Eu vi Bárbara então, aninhada ao l

despindo. Minha pele se arrepiou. A voz do leiloeiro ecoou, gelando-me a

preso desesperado para escapar. Encontrei o olhar de Caio

ovida de emoção. "Você trouxe isso para si mesma, Cl

ercantilizados, vendidos ao maior lance. A vergonha era um peso físico, me esmagando,

a fria e destrutiva. Vi os rostos dos meus algozes, seus sorrisos triunfantes, e perdi o controle. Peguei uma tocha, alimenta

ntativa de homicídio. Caio, sempre o guardião zeloso, testemunhou contra mim. Ele jurou que eu tentei matar Bárbara, quei

e tornar tão dura e inflexível quanto as paredes que me confinavam. Minha única tábua de salvação, minha única e

a brutal, uma luta constante pela sobrevivência. Cada soco, cada chute, cada gota de sangue era pelo

m turbilhão de dor e traição, as primeiras palavras que saíram da minha

onfortavelmente. Ele desviou o olhar, seu silêncio um soco no estômag

tola. Uma tola ingênua e desesperada. Eu teria que lut

do me levantar. "Eu tenho que lut

entil, mas firme. "Você não pode mais

essar as palavras. "Banida?

mexeu os pauzinhos. Disse que se alguém te deixar lutar, eles per

não estava apenas tentando me envergonhar; ele

do Sr. Costa. Para suas... despesas médicas." Ele não encontrou meus olhos.

erança a que eu me agarrei, cada sonho de recuperar meu passado,

a e implacável, espelhando a tempestade que se formava dentro de mim. Andei sem rumo, as luzes d

farol de calor e amor em u

é, alto e imponente, um sorriso predatório no rosto. E ao seu

ão da família Guedes foi oficialmente transferido para a Fundação Filantrópica Bárbara Ricci. Bárbara,

inha casa. Tudo roubado. Tudo transformado em uma zombaria grotesca. Minha visão nado

ar. Um nome brilhou diante dos meus olhos, um amigo e

o desesperado, "me leve embora. Por f

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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
“No meu aniversário de 21 anos, meu noivo Caio e minha irmã adotiva Bárbara me drogaram e venderam minha primeira noite em um leilão secreto. Depois, me incriminaram por incêndio criminoso, e passei os três anos seguintes na prisão aprendendo a sobreviver. Após minha libertação, lutei em clubes clandestinos, sangrando pelo dinheiro para comprar de volta o casarão da minha família. Mas Caio me encontrou, me chamando de "vagabunda de rua" enquanto tentava me arrastar para casa. Ele me ofereceu uma "última chance" de pedir desculpas a Bárbara pelos crimes que ela cometeu. Quando recusei, ele anunciou publicamente a venda da minha casa. Toda a arrecadação seria doada para a "Fundação Filantrópica Bárbara Ricci". Ele não tirou apenas meu dinheiro; ele tirou minha alma. Ele tirou a última peça tangível dos meus pais, da minha identidade. Tudo se foi. Enquanto eu desabava no chão imundo, meu mundo em pedaços, tateei em busca do meu celular. Havia apenas um nome restante, uma última esperança. "Bruno", engasguei, com a voz embargada. "Por favor. Preciso da sua ajuda. Me tira daqui."”
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