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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre

Capítulo 3 

Palavras: 1130    |    Lançado em: 24/12/2025

ocupação açucarada, mas seus olhos brilhavam com um prazer malicioso.

antes que eu pudesse formular uma resposta. "Ela não faz mais

núncio formal, a denúncia pública. Ele descreveu meus supostos crimes, as mentir

por toda parte. Senti uma onda de raiva branca e quente, me impulsionando para frente. Abri caminho pela mu

lhou, crua de emoção

me percorreram. Os sussurros ficaram mais altos, mais afiados, cortando o fino véu da min

A vergonha era uma companheira familiar, mas a cruelda

huva. Caio. Seu toque, antes um conforto, agora parecia uma marca de ferro. "Pare de faze

mas não me importei. Eu não o deixaria me contr

i um dedo trêmulo para Bárbara, que recuou com um suspiro teatral. "Esta era a minha casa, Caio! A casa do

L

, uma dor ardente florescendo em minha bochecha. Minha visão embaço

e fúria. Ele puxou Bárbara para mais perto, protegendo-a com seu cor

Ela é mais filha desta família do que você jamais poderia sonhar em ser!" Suas palavras eram veneno, torcendo a faca mais fundo no

cada instância da crueldade calculada de Bárbara. A boneca de porcelana que ela "acidentalmente" quebrou, me culpando. As entradas de diário forjadas "confessando" seus tormentos imagi

e me defendendo, sempre acreditando em mim. Sempre. Até três anos atr

ção, em seu amor. Eu acreditava que ele sempre seria meu porto seguro. Agora,

le disse, sua voz tingida de um desdém

de joelhos, uma caixa de veludo na mão, seus olhos brilhando de adoração. "Case-se comigo, Clara. Prometo p

ria como gelo. "Peça desculpas a Bárbara. Publicamen

Bárbara, um símbolo grotesco de sua aliança distorcida.

u implorar pelo que é meu por direito." Meus olhos, queimando com uma nova e feroz deter

r dinheiro?! Ótimo! Pegue seu maldito dinheiro! Mas saiba disto, Clara Gu

de tensão. Os olhos de Caio, escuros e ameaçadores, perfuraram os meu

um lampejo de algo nos dele, um momento de confusão, de descrenç

máscara de angústia chorosa, e se jogou aos meus pés. "Oh, Clara! Sinto muito! Eu nunca quis que nada diss

a e lamuriosa. No meio do caminho, ela tropeçou, uma queda t

u, as mãos tremendo enquanto embalava sua cabeça. Uma mancha carmesim cresc

ra um suspiro engasgado, um grito deses

om uma ira profana. "Você! Você fez isso! Você

a Guedes! E que Deus te ajude, Clara, se a Bárbara e nosso filho não sobrev

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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
“No meu aniversário de 21 anos, meu noivo Caio e minha irmã adotiva Bárbara me drogaram e venderam minha primeira noite em um leilão secreto. Depois, me incriminaram por incêndio criminoso, e passei os três anos seguintes na prisão aprendendo a sobreviver. Após minha libertação, lutei em clubes clandestinos, sangrando pelo dinheiro para comprar de volta o casarão da minha família. Mas Caio me encontrou, me chamando de "vagabunda de rua" enquanto tentava me arrastar para casa. Ele me ofereceu uma "última chance" de pedir desculpas a Bárbara pelos crimes que ela cometeu. Quando recusei, ele anunciou publicamente a venda da minha casa. Toda a arrecadação seria doada para a "Fundação Filantrópica Bárbara Ricci". Ele não tirou apenas meu dinheiro; ele tirou minha alma. Ele tirou a última peça tangível dos meus pais, da minha identidade. Tudo se foi. Enquanto eu desabava no chão imundo, meu mundo em pedaços, tateei em busca do meu celular. Havia apenas um nome restante, uma última esperança. "Bruno", engasguei, com a voz embargada. "Por favor. Preciso da sua ajuda. Me tira daqui."”
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