“Minha família e meu noivo imploraram para que eu doasse meu último rim para minha irmã gêmea, Kaila. Eles não sabiam que eu já estava morrendo. Meu noivo, Arthur, me deu um ultimato. "Doe o rim, ou eu termino nosso noivado e caso com a Kaila. É o último desejo dela." Eu concordei, apenas para que eles me acusassem de plágio com a minha própria tese, forçando-me a confessar diante de uma câmera. Eles nunca souberam que fui eu quem secretamente salvou nosso pai com meu outro rim, cinco anos atrás - um sacrifício pelo qual Kaila roubou todo o crédito. Enquanto me levavam para a sala de cirurgia, eles comemoravam com Kaila, prometendo a ela um futuro construído sobre a minha morte. Eu já era um fantasma para eles. Mas eu morri na mesa. A cirurgiã, ao ver a antiga cicatriz cirúrgica e o veneno que consumia meu corpo, saiu para encará-los. "Isso não foi uma doação", ela anunciou, sua voz fria como aço. "Isso foi um assassinato."”