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Meu Odiado Protetor

Meu Odiado Protetor

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Capítulo 1 John

Palavras: 1936    |    Lançado em: 27/12/2025

grito de Miranda enquanto eu descia as escadas de casa,

ia... ela não tinha noção do que aquela palavra sig

nto ela descia as escadas apressada atrás de mim. - Podemos compartilhar o mesmo sa

e daquela casa e daquela família amaldiçoada. Mas meus passos vacilaram quando

ar vago... com toda certeza, meu irmão ti

guntou, e eu agradeci por isso. Não suportaria ouvir, ou

mei dele. - Will, você poderia fazer tanto longe daqui, longe do nome da nossa família. Deveria ter ido embora há m

o da nossa família... se eu conseguisse fazê-lo ver que podíamos ser o que quiséssem

, fazendo todo o meu corpo se endurecer, enquanto meu irmão olhava por sobre meu ombro. - Voc

coisa que eu quero é falar de você para alguém - respirei fundo, dando uma última olhada para Will, apenas para ver, em seu olhar, o pedido de desculpas que ele semp

es de me afastar dele e descer os degraus da entra

u apressasse meus passos pelo caminho de casc

me permiti respirar fundo várias vezes, como

m que faria dezoito anos e poderia ir para qualquer lugar do mundo, longe do lugar onde cresci. Mas ele já tinha v

r os próprios sentimentos para agradar as pessoas à sua volta. Já eu não conseguia ser assim.

Um bairro onde alguém nascido como eu jamais colocaria os pés, mas

s, como todas as outras vezes, não tentou me barrar. - Não vai arr

ali justamente para isso. Agora eu finalmente poderia lutar de ver

Jack - respondi, recebendo um olhar desconfiado

Deus t

soas ainda mais duvidosas. Mas ao menos ali ninguém sabia quem eu realmente era. Não havia tratamento diferente por eu s

me aproximar, e foi logo colocando uma cerveja na minha frente. - Não s

fui direto ao ponto enquanto pe

acabou d

uero entrar naquele ringue essa noi

Mas eu não podia estar mais certo sobre o que queria. Aquele era o meu presente de anive

e responsabilizar pelo que acontecer com você quando estiverem lutando -

nome. Eu me pre

Depois de derrotar três oponentes, era de se esperar que o homem estivesse cansado, mas, a cada

dedos, já podia ver o sangue marcando. Só não sabia ao certo se era do est

e me inflamei com o incentivo, indo c

e perfeito. Mas, antes que eu acertasse o terceiro, um s

ara que eu buscasse por ar. Mas meu olho foi golpeado com f

meu redor gritaram. Alguns me chamavam, enquanto a maioria ovacionav

afastou. Mas, ao invés de dar a luta por encerrada, eu avancei em

mas isso não era uma novidade para mi

tentar acertar um soco nele, quando tudo o que

o e acertando mais duas vezes suas bochechas, de m

bastante, um soco acertou meu nar

as meu corpo havia desistido de me obedecer e apenas ficou l

pírito, enquanto eu limpava o sangue do meu rosto com um pedaço

lmente lutado naquele ringue. Me bastava saber que havia conseguid

m tatuado, com cabelos pretos e uma regata ridícula, se sentou a

s ele queria comigo. Naquele lugar não costumava ter p

raiva - ele bateu na mesa, e Daniel colocou duas cerve

ou a fim de entrar pra

plicou, empurrando um cartãozinho contra a cerveja. - Suas habilidades e, especial

anco, enquanto, em vermelho, estava o desenho em relevo de um cão

assim - apenas o corpo grande e tatuado. A última coisa que queria era me envolver com pessoas malucas,

raria para sua e

filho de uma senadora famosa, herdeiro de uma quarta geração. O único motivo para um garoto como você se enfiar em um bar

ia acabado de descrever perfeitamente

como estava me vigiando todo esse

ear seus oponentes, por exemplo - ele falou e estendeu a mão n

a para quem não tinha mais

respondi, vendo sua sobrancelha esquerda se ergue

como se soubesse de algo que eu ainda não tinha

lds. Eu sou Cris M

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