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Meu Odiado Protetor

Capítulo 2 Carla

Palavras: 1771    |    Lançado em: 27/12/2025

so quando decidiu se casar comigo! - afirmei, continuando a arrumar meus croquis,

quentes, e eu não podia deixar de ouvir a voz da minha mãe e d

ruir uma marca que se consolidasse no mundo da moda. Até que me apaixonei pelo polic

gritou, chegando mais perto de mim. Mas, assim que me viu continuar a organizar meus papéis para sair, sua mão

ê sozinha antes de você aparecer na minha vida! - gritei de volta, agarrando seu p

runhiu, apertando ainda mais os dedos em torno do m

ordamos naquela manhã. Estava escuro, quase

bo que eu poderia ter. Ele só estava nervoso, como costumav

bem suas palavras duras e suas grosserias, revidando todas elas po

cer. E agora, largue o meu braço. Está começando a me machucar, Levi! - exclamei

ixado ainda mais forte, me feito mais determinada em momentos

em que eu esperasse, ele agarrou meu outro braço mais acima, apertando com ainda mais força

trincando o maxilar, parecendo completamente fora de si, enquanto eu

om isso! Está

lho da puta que te fode no trabalho faz? - suas pa

ar algo assim de mim, depois de tudo o que abri m

essa agora?

aria direito? - ele jogou as palavras sacudindo meu corpo. - Você sai apressada, não responde minhas mensagens, passa horas e mais horas trancada naque

ração enquanto eu era obrigada a encarar a realidade do qu

ue só havia uma forma de acabar, e não estav

não faz nada para me ajudar, sequer lembrou do meu aniversário! Uma flor, Levi! Nem mesmo uma maldita flor você me deu desde que nos casamos. Acha mesmo que tem com

que senti seus dedos perdendo a força em volta de mim. E c

? Vamos termina

o lembrei, cansada demais para continuar com aquela conversa, tentar manter aquele casamento em ruínas de pé, quando era a únic

só queria um otário para pagar suas contas, alguém que

no meio da sala, olhando para o homem que acreditei amar, mas que

aquelas insanidades me fez encarar a realidade e arrancar um peso das minhas cos

- respondi com a voz bem mais calma, porque não havia mais motivos para brigar. Não havia nada ali que valesse a pena lutar. - Mas não se importa em fazer o

do. Rápido demais para qu

mpacto contra meu rosto, me jogando para o lado c

deixando tudo ao meu redor abafado, enqu

havia acontecido, e meus olhos se encontraram com os dele. O m

eu pudesse dizer algo ou correr, Levi acertou outro golpe em meu rosto, me levando ao chão, minha mente tentava

no peito ao ouvir o som dos passos dele chegando ma

a história fantasiosa, quando a única culpada é você! - ele gritou, e eu tateei o ch

a real. Estava mesmo acontecendo. Eu precisava reagir

, com as mãos agarrando meu pescoço. Meus olhos se abriram com e

Le

lhos pareciam prestes a saltar das órbitas, vermelhos e esbugalhados, e suas mãos co

ar do que queria. Meus pulmões queimavam, buscando por ar, e todo o meu corpo sacudia no chão. Minhas p

rdia como se estivesse em chamas, enquanto eu lutava para respirar. O desespero tomou conta

élido que percorria meus membros, enquanto meu coração martelava descompassado. Pânico crescia em ondas, um medo pri

pensar duas vezes e mirei no braço à minha frente, cuja mão estava preste

pequena tesoura de ponta de seu braço. E is

o da casa, enquanto eu corria aos tropeços, me

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