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Meu Odiado Protetor

Capítulo 5 John

Palavras: 1914    |    Lançado em: 27/12/2025

io de toda a bagunça que ficou de sua agressão. E eu respeitei isso, mas quando voltei e a vi tão concent

as bagagens e finalmente atraindo sua atenção. - Não sabia se levaria t

s sem conseguir formar uma palavra, prova

ê fez

sobrancelhas perfeitamente delineadas se arqueando. - Embora

o como se quisesse conferir se eu estava dizendo a verdade. Mas não era mentira, eu realmente t

jou, com as bochechas vermelhas. - Argh, você te

nte o que me mandou fazer? Ou

em seu desespero, Carla chutou a mala, deixando a bolsa acima cair e vários dos

e estava adorando ver o rosto dela completamente vermelho

avras que usou - me expliquei, curvando o tronco e apanhando um deles, em formato de flor com uma extensão vibratória na outra

vibrador da minha mão antes de jogá-l

saindo! - ela ordenou, parecendo prestes a e

or ter conseguido o que queria: distraí-la no meio de t

olocando para pesquisar "vibradores em formato de flor". Porque eu não conseguiria me conter sem

te com o pequeno buraquinho no meio das pétalas falsas. Eu jamai

sair da página onde havia uma imensidão de

endo manter sua privacidade. Mas, ao invés disso, Carla abri

cuidando do bebê e me chamou para fazer companhia - ela confidenci

cudiu a bolsa em seu colo, fazendo o vestido subir. A coxa dela fi

ado assim que percebi o que era, mas, ao invés disso, peguei suas calc

ã dela. Não havíamos trocado sequer uma palavra no caminho, e eu f

encará-la. Carla dormia profundamente, o rosto relaxado, os

escura pelos golpes, mas isso não a deixava menos linda. E ali,

bre sua bochecha, e a vontade de afastá-

ndo, estiquei os dedos e toquei

o a observando. Mas havia algo nela diferente de todas as mulheres que haviam

belos, sentindo o perfume delicioso que emanava deles, bem mai

mais, como se meu próprio corpo resistisse a tirá

s de finalmente se abrirem. Por um segundo, tudo o que fiz foi segu

sobre ela e seus olhos se arregalaram,

ocê estav

roncar e não me escutava - menti, já

rei um segundo, olhando em volta e analisando t

rmou ao passar por mim, e um sorriso

çando a gostar de provocá-la apenas pa

entando com sua alegria contagiante. - Venham, o almoço está pronto,

rilhantes - que parecia ser uma marca registrada da

Eu sou John. P

ue ela respondeu, j

ele, Dana. Ele é

hando o rosto da tia. Carla se encolheu no mesmo instante, pa

o. Vamos ajudá-la com isso? - tomei a frente, fazendo a menina volt

brincava com Dana. A menininha era bem mais agitada do que os gêmeos de Patrick, que só t

rás de mim, me fazendo tirar os olhos da pequ

ência com que os pais deixam o

imou, dando a volta em mim, observando a sobrinha ant

que eu seria um bom pai. Mas meu irmão e eu jamais teríamos filhos. Foi um pacto

e pegue no colo e te embale também? - provoq

ou com so

em seu rosto o cansaço, e eu podia imaginar que os analgésic

? Dormiu muito bem no car

no quarto escuro, é... diferente - ela deu de ombros, começando

surrei, curvando o pescoço para obse

dela estavam duras, e o olhar parecia perdido, de uma forma que

ele... medo de sonhar com... - as pa

tinha medo de sonhar com o que havia acont

sentir assim: medo de tudo, até mesmo de dormir. Mas não ia deixar que ela foss

arulho, eu te acordo. Mesmo que isso vá te fazer me odiar - ela ergueu o olhar, forçando

os meus, e então beijou a cabeça da sobrinha a

im, ganhando proporções que eu nunca havia sentido antes. Era como se meu coração de

a do quarto, observando as câmeras da casa e atento a c

ecisa dor

bem, s

te e alguns cobertores. Você pode dormir no chão do quarto de hóspedes com a Carla - Dona

s do que inapropriado. Ia contra todas as regr

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Meu Odiado Protetor
Meu Odiado Protetor
“Depois de quase morrer nas mãos do marido, Carla ganha um guarda-costas contra sua vontade. Um homem sério, de poucas palavras e que os olhos parecem atravessar sua alma. John vive fugindo do seu passado e sendo perseguido por seus fantasmas da infância, que o faziam ficar longe de qualquer mulher. Até tocar em Carla e tudo mudar, mas um homem com a alma quebrada como a dele não podia amar algo sem destruir. Ou poderia?”
1 Capítulo 1 John2 Capítulo 2 Carla3 Capítulo 3 John4 Capítulo 4 Carla5 Capítulo 5 John6 Capítulo 6 Carla7 Capítulo 7 John8 Capítulo 8 Carla9 Capítulo 9 John10 Capítulo 10 Carla11 Capítulo 11 John12 Capítulo 12 Carla13 Capítulo 13 John14 Capítulo 14 Carla15 Capítulo 15 John16 Capítulo 16 Carla17 Capítulo 17 John18 Capítulo 18 Carla19 Capítulo 19 John20 Capítulo 20 Carla21 Capítulo 21 John22 Capítulo 22 Carla23 Capítulo 23 Carla24 Capítulo 24 John25 Capítulo 25 Carla26 Capítulo 26 John27 Capítulo 27 John28 Capítulo 28 Carla29 Capítulo 29 John30 Capítulo 30 John31 Capítulo 31 John32 Capítulo 32 John33 Capítulo 33 Carla34 Capítulo 34 Carla35 Capítulo 35 John36 Capítulo 36 John37 Capítulo 37 Carla38 Capítulo 38 John39 Capítulo 39 John40 Capítulo 40 Carla41 Capítulo 41 John42 Capítulo 42 Carla43 Capítulo 43 John44 Capítulo 44 John45 Capítulo 45 Carla46 Capítulo 46 John47 Capítulo 47 Carla48 Capítulo 48 Carla49 Capítulo 49 Carla50 Capítulo 50 John51 Capítulo 51 Epílogo