Meu Odiado Protetor
io de toda a bagunça que ficou de sua agressão. E eu respeitei isso, mas quando voltei e a vi tão concent
as bagagens e finalmente atraindo sua atenção. - Não sabia se levaria t
s sem conseguir formar uma palavra, prova
ê fez
sobrancelhas perfeitamente delineadas se arqueando. - Embora
o como se quisesse conferir se eu estava dizendo a verdade. Mas não era mentira, eu realmente t
jou, com as bochechas vermelhas. - Argh, você te
nte o que me mandou fazer? Ou
em seu desespero, Carla chutou a mala, deixando a bolsa acima cair e vários dos
e estava adorando ver o rosto dela completamente vermelho
avras que usou - me expliquei, curvando o tronco e apanhando um deles, em formato de flor com uma extensão vibratória na outra
vibrador da minha mão antes de jogá-l
saindo! - ela ordenou, parecendo prestes a e
or ter conseguido o que queria: distraí-la no meio de t
olocando para pesquisar "vibradores em formato de flor". Porque eu não conseguiria me conter sem
te com o pequeno buraquinho no meio das pétalas falsas. Eu jamai
sair da página onde havia uma imensidão de
endo manter sua privacidade. Mas, ao invés disso, Carla abri
cuidando do bebê e me chamou para fazer companhia - ela confidenci
cudiu a bolsa em seu colo, fazendo o vestido subir. A coxa dela fi
ado assim que percebi o que era, mas, ao invés disso, peguei suas calc
ã dela. Não havíamos trocado sequer uma palavra no caminho, e eu f
encará-la. Carla dormia profundamente, o rosto relaxado, os
escura pelos golpes, mas isso não a deixava menos linda. E ali,
bre sua bochecha, e a vontade de afastá-
ndo, estiquei os dedos e toquei
o a observando. Mas havia algo nela diferente de todas as mulheres que haviam
belos, sentindo o perfume delicioso que emanava deles, bem mai
mais, como se meu próprio corpo resistisse a tirá
s de finalmente se abrirem. Por um segundo, tudo o que fiz foi segu
sobre ela e seus olhos se arregalaram,
ocê estav
roncar e não me escutava - menti, já
rei um segundo, olhando em volta e analisando t
rmou ao passar por mim, e um sorriso
çando a gostar de provocá-la apenas pa
entando com sua alegria contagiante. - Venham, o almoço está pronto,
rilhantes - que parecia ser uma marca registrada da
Eu sou John. P
ue ela respondeu, j
ele, Dana. Ele é
hando o rosto da tia. Carla se encolheu no mesmo instante, pa
o. Vamos ajudá-la com isso? - tomei a frente, fazendo a menina volt
brincava com Dana. A menininha era bem mais agitada do que os gêmeos de Patrick, que só t
rás de mim, me fazendo tirar os olhos da pequ
ência com que os pais deixam o
imou, dando a volta em mim, observando a sobrinha ant
que eu seria um bom pai. Mas meu irmão e eu jamais teríamos filhos. Foi um pacto
e pegue no colo e te embale também? - provoq
ou com so
em seu rosto o cansaço, e eu podia imaginar que os analgésic
? Dormiu muito bem no car
no quarto escuro, é... diferente - ela deu de ombros, começando
surrei, curvando o pescoço para obse
dela estavam duras, e o olhar parecia perdido, de uma forma que
ele... medo de sonhar com... - as pa
tinha medo de sonhar com o que havia acont
sentir assim: medo de tudo, até mesmo de dormir. Mas não ia deixar que ela foss
arulho, eu te acordo. Mesmo que isso vá te fazer me odiar - ela ergueu o olhar, forçando
os meus, e então beijou a cabeça da sobrinha a
im, ganhando proporções que eu nunca havia sentido antes. Era como se meu coração de
a do quarto, observando as câmeras da casa e atento a c
ecisa dor
bem, s
te e alguns cobertores. Você pode dormir no chão do quarto de hóspedes com a Carla - Dona
s do que inapropriado. Ia contra todas as regr